Tornando os Argumentos Mais Fortes

Tradução do texto Making Arguments Stronger, contido no livro Attacking Faulty Reasoning.

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Estamos à beira de uma teocracia?

Líderes religiosos ditando regras em todas as esferas da administração pública brasileira. Projetos de lei que visam limitar, ou manter limitadas, diversas liberdades individuais. Frentes parlamentares que se dizem defensoras da moral e dos bons costumes, mas que são compostas majoritariamente por políticos com processos criminais.

A laicidade do Estado Brasileiro tem se encontrado sob constante ataque dos teocratas, e eles são cada vez mais influentes. Se você ainda não parou para pensar sobre o assunto, é melhor prestar atenção no perigo que isso representa!

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Medo do Conhecimento – Parte 2: O Fato-Construtivismo

Fala galerinha do mal!

Na primeira parte desta série apresentei uma Introdução ao Relativismo Pós-Moderno, onde, além de fornecer os conceitos básicos, defini as três formas do construtivismo: a dos fatos, a das justificações e a das motivações pragmáticas. Na continuação da primeira parte eu contei a história do Embuste de Sokal e os principais motivos que levam uma pessoa ao pós-modernismo. Na segunda parte irei tratar da primeira das três formas de construtivismo: a dos fatos, também chamada de fato-construtivismo, sendo conhecida como a mais radical e a mais contra-intuitiva. Continuar lendo Medo do Conhecimento – Parte 2: O Fato-Construtivismo

Medo do Conhecimento – Parte 1b: O Embuste de Sokal

Fala galerinha do mal!

Este é mais um post da série sobre o relativismo e o construtivismo pós-modernos que trago a vocês tendo como base o excelente material do filósofo Paul Boghossian. E quando o assunto é pós-modernismo, o Embuste de Sokal é um caso que quase sempre estará presente nas argumentações e que por isso não pode faltar numa série sobre o assunto.

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Grito preso

A vinda do Papa Francisco no Brasil para a Jornada Mundial da Juventude foi alvo de críticas de diversos grupos, dentre eles grupos de evangélicos (que alegaram se tratar de um evento “idólatra”), grupos de ateus (que reclamaram injustificadamente dos gastos públicos de 118 milhões e que aproveitaram para fazer o irreverente desbatismo com secador de cabelo) e de minorias que protestavam contra preconceitos que a Igreja Católica alegadamente permite, pratica ou até mesmo incentiva. Dentre esses últimos, quem mais conseguiu chamar atenção foi um casal semi-nu de participantes da Marcha das Vadias quebrando imagens de santas depois de usá-las como objetos sexuais. Continuar lendo Grito preso