Explicando a Ressurreição sem Recorrer a Milagres – Parte 2: Jesus não morreu

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Título Original: Explaining the Resurrection without Recourse to Miracle
Autor: Dr. Robert M. Price
Publicado Originalmente em: The End of Christinaity,
editado por John W. Loftus, Prometheus Books, EUA, 2011, Capítulo 9
Tradução: Marco Aurélio Suriani
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“Mas eu não estou morto!”
“Você não está enganando ninguém!”

Apologistas acham que podem refutar a Teoria de Scheintod (morte aparente) através de uma citação de DF Strauss, que ridicularizou a noção de que um Jesus vivo mas crucificado, quebrado e sangrando poderia ter cambaleado entre seus discípulos posando como o poderoso vencedor sobre a morte:

É impossível que um ser que foi roubado meio morto do sepulcramento, que se arrastava por aí fraco e doente, querendo tratamento médico, que necessitava de curativos, de fortalecimento e de indulgência, e que no fim de tudo ainda se rendeu a seus sofrimentos, poderia ter dado aos discípulos a impressão de que ele era um conquistador sobre a morte e a sepultura, o príncipe da vida, uma impressão que estava no âmago de seu futuro ministério. Tal reanimação só poderia ter enfraquecido a impressão que ele tinha deixado sobre eles na vida e na morte – no máximo, só poderia ter dado a ela um tom elegíaco, mas não poderia de forma alguma transformar sua tristeza em entusiasmo, ou ter elevado sua reverência em adorar. [11]

Eu não sei se consigo ver onde esse argumento quer chegar. Tal cena é um pouco cômica, mas não é necessária ou implícita na Teoria de Scheintod. Tudo que essa teoria (também  chamada de Teoria do Desmaio) implica é um Jesus que, na providência do Pai, enganou a morte, e cuja filiação foi, desta forma, confirmada de forma segura. A subsequente idolatria apaixonada de seus discípulos aliviados no salvador em recuperação só teria alimentado o instinto de adorá-lo. Tudo o que há de supor é que ele esperou um tempo, até que ele ficou melhor e mais forte, para fazer pronunciamentos grandiosos. Isso não é pedir muito.

Mas vamos voltar um pouco. O que sugere a Teoria do Desmaio? Logo acima eu a retratei como um produto de pressupostos Racionalistas: como uma explicação, é tudo o que restou a eles. Mas agora vou comprovar que há muito mais do que isso. Eu acho que os próprios textos sugerem isso, e na verdade sugerem com tanta força, que me parece que o modelo de Scheintod foi o ensinamento real dos Evangelhos, em algum estágio anterior. Desde então, tal ensinamento foi editado no curso da evolução da crença cristã. [12]

Eis os meus motivos. Primeiro, há a oração de Jesus no Jardim do Getsêmani, em Mar 14:35-36: “E, tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora. E disse: ‘Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres.'” O que soa mais naturalmente para mim é Marcos destinando esta súplica para receber uma resposta, apesar das aparências iniciais: “Nos dias da sua carne, Jesus ofereceu, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas àquele que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia.” (Hb 5:7) [13]. E se isto não é uma leitura da oração Getsêmani que enxerga Deus entregando a Jesus o que ele pediu, eu não sei o que as palavras significam. [14] Em suma, o texto parece antecipar que era a intenção de Jesus de seguir o caminho do sacrifício que expiaria Israel, assim como, para muitos pensadores rabínicos, era a intenção de Isaque de morrer, e não qualquer eventualidade de sua morte real, que expiou os pecados futuros de Israel. [15]

Em segundo lugar, há a surpresa de Pôncio Pilatos que Jesus havia expirado tão rapidamente, o que significa que talvez ele não tivesse expirado. “Chegou José de Arimatéia, senador honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido. E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José.” (Marcos 15:43-45). Este fato estranho, a morte prematura sem explicação de Jesus, certamente é a primeira parte da teoria. Ficamos esperando a segunda: ele não está morto, mas apenas drogado. (Nota do Tradutor: recentemente a série South Park fez um episódio especulando sobre a possibilidade de Jesus ter sido drogado durante a crucificação, fazendo um paralelo com o caso recente do ciclista Armstrong. Será que os autores da série leram este artigo?) De fato, a atenção  dedicada a dar a Jesus uma bebida é surpreendente se não desejava revelar ter produzido algum efeito. Afinal, uma esponja embebida em algo com forte odor sendo aplicado na sua boca muito suspeitamente no momento imediatamente anterior à sua morte é outra coisa estranha de ocorrer (Marcos 15:36-37), mas essa esquisitice é confirmada de forma independente por uma testemunha ocular (João 19:29-35). Exegetas islâmicos têm sido rápidos em reconhecer este ponto: “as palavras de Pilatos … mostram que, no momento da crucificação em si, uma dúvida tinha sido levantada sobre se Jesus tivesse de fato morrido e a dúvida emanava de ninguém menos do que aquele que sabia a partir da experiência o tempo que uma pessoa levava para morrer na cruz.” [16]

Da mesma forma, a zombaria dos Sanhedrinistas (Marcos 15:32: “Ó Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que possamos ver e crer”) só é realmente uma ironia se Jesus,  de fato, estivesse prestes a demonstrar sua filiação divina descendo da cruz vivo. Isso tudo  é coincidência? Apenas uma leitura rasa e bitolada de Marcos diz que sim.

Eu não sou o primeiro a notar o paralelo surpreendente entre Marcos 15:43-46 e a história de Flávio Josefo (Josefo, filho de Matias), o historiador, de como ele reconheceu um antigo aliado na cruz e convenceu Tito a trazê-lo para baixo, salvando sua vida…

Eu vi muitos cativos crucificados, e me lembrei de três deles como amigos antigos. Fiquei muito triste com isso em minha mente, e fui com lágrimas nos olhos a Tito, e disse-lhe sobre eles; então ele imediatamente ordenou que eles fossem trazidos para baixo, e para que se tivesse o maior cuidado com eles, tendo em vista a sua recuperação; ainda assim, dois deles morreram sob os cuidados do médico, enquanto o terceiro se recuperou. [17]

Alguém poderia plausivelmente argumentar que a história de Marcos foi na verdade emprestada de Josefo (“José de Arimatéia” = “Josefo, filho de Matias”, que é de fato o nome real de Josefo). [18] Mas se não foi, a história de Josefo pelo menos fica em paralelo com a versão de Marcos, como eu estou sugerindo que a entendemos.

Terceiro, falando de José de Arimatéia, por que Mateus nos diz que José era rico (27:57)? Essa narrativa dificilmente pode ser concebida como um cumprimento de mais uma profecia (como se poderia sugerir, mas Mateus não diz), desta vez Isaías 53:9, “E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte.” Por um lado, Mateus sempre chama a atenção para cumprimentos proféticos (veja a história do nascimento, etc: Mateus 1:22; 2:17-23; 4:14). Por outro lado, ele dificilmente pode ter considerado Josefo um homem mau e, na verdade, diz exatamente o contrário (Mateus 27:57). Então, o que este detalhe está fazendo lá? Eu acredito que se destina a proporcionar motivação para ladrões invadindo o opulento túmulo recém-fechado dentro do qual apenas um machucado e surrado Jesus esperava, ao contrário de suas expectativas. Ladrões, como contado em romances antigos deste período (por exemplo, Chaereas e Callirhoe de Chariton, Conto de Éfeso de Xenofonte), arrombaram o opulento túmulo recém-fechado, na esperança de encontrar símbolos funerários valiosos, a la faraós, mas encontraram apenas uma vítima de um sepultamento acidentalmente prematuro voltando à consciência. [20] Caso contrário, a existência de tais contos formariam uma estranha coincidência.

Quarto, a cena de Lucas da reunião em que Jesus demonstra sua corporeidade (Lucas 24:36-43) pode ser vista como um surpreendente paralelo com a cena de Apolônio de Tiana, quando ele reaparece através do Mediterrâneo para saudar seus discípulos que assumiram que ele tinha sido executado pelo tirano romano Domiciano e agora achavam que ele era um fantasma: [21]

Damis gemeu em voz alta, e algo como, “Deuses acima, será que vamos ver o nosso bom e nobre camarada?” Apolônio, que agora estava de pé na entrada da gruta, ouviu e disse: “Você vai, na verdade, você já pode ver.” “Vivo”, perguntou Demétrio, “Mas se morto, nós nunca paramos de chorar por você.” Apolônio estendeu a mão, e disse: “Pegue em mim. Se eu estou te iludindo, então eu sou um fantasma de volta do domínio de Perséfone, como os fantasmas que os deuses abaixo revelam aos homens quando o luto os torna muito desanimados. Mas se eu permanecer aqui quando você me tocar, convença Damis, também, que eu estou vivo e que não perdi o meu corpo.”

O que a cena de Apolônio quis narrar (e eu acredito que Lucas também) definitivamente não é aquela em que o herói morre e volta de alguma maneira dos mortos, mas sim aquela em que ele escapa da morte. Ele não morreu. Em ambos os casos, é contado que os discípulos primeiramente imaginaram que estavam vendo o fantasma de seu mestre, apenas para ter certeza de sua corporeidade viva. Ele não morreu, no fim das contas. Por que será que João muda a história (que ele encontrou ou na tradição oral, ou seja: no uso litúrgico, ou em Lucas), de modo que o foco agora não é só a corporalidade, mas suas feridas mortais tangíveis? Precisamente para acabar com essa possibilidade de compreensão de Jesus ter escapado da morte. É somente em João 20 que nós já lemos que Jesus foi pregado na cruz em vez de, digamos, ser apenas anexado a ela, como era sempre narrado. É somente em João 19:34-37 e 20:25-27, que lemos sobre uma facada fatal através das costelas (onde é prontamente citada uma testemunha anônima de quem ninguém jamais ouviu falar antes). João adicionou esses “detalhes” para garantir que o leitor soubesse que Jesus estava realmente morto, algo que ele deve ter tido que fazer uma vez que muitos não acreditavam nisso. Este também deve ser o motivo pelo qual ele descartou a especulação dos inimigos de Jesus de que ele poderia estar planejando deixar a Palestina para viajar entre a diáspora (João 7:35); isso é o que ele deveria fazer caso sobrevivesse à crucificação, fugindo da Palestina assim como Aristóteles fugiu de Atenas quando o problema ameaçou a sua cabeça, “para que Atenas não peque pela segunda vez contra a filosofia”.

É bastante comum para os seguidores de heróis e líderes mortos reivindicar que seu homem não morreu, mas que somente entrou na clandestinidade, [22] então o fato de alguns cristãos terem contado a história de Jesus desta forma dificilmente é prova de que ele sobreviveu a crucificação (embora alguns estudiosos, cuja erudição é muito superior à minha e à dos apologistas, achem que ele sobreviveu). [23] Mas a minha tese é que, tendo em vista todos esses fatores no texto, que de outra forma seriam meros “red herrings” na narrativa (mesmo que tenham acontecido da forma como aconteceram, por que os evangelistas se preocuparam registrá-las?), não é de forma alguma um ato de desespero sugerir que Jesus estava drogado na cruz, tirado de lá prematuramente, e que sobreviveu pelo menos por um tempo. (Pode-se mesmo tomar a história da ascensão como um eufemismo para a sua morte que chegou logo em seguida).

Um último ponto: o trunfo apologista contra essa possibilidade é que os guardas romanos no túmulo teriam constituído uma barreira boa o bastante para um Jesus doente e ferido. Como ele poderia ter passado por eles? Mais uma vez, não vou perder tempo com o óbvio: somente Mateus menciona tais guardas, uma impossibilidade se houve tal desprendimento. [24] Vamos supor que Mateus esteja certo e que os outros evangelistas de alguma forma ignoraram essa parte da história como uma indigna ninharia sem importância de menção. Nesse caso, talvez fossem esses soldados que tomaram a precaução elementar de verificar o conteúdo da tumba antes de selá-la. Existia, afinal, uma espécie de intervalo entre José enterrar Jesus e o Sinédrio Pilatos pedindo para os guardas. Eles devem ter verificado. E se Jesus estivesse revivendo, simplesmente não há razão para acreditar que teriam o trancado vivo! Talvez eles teriam fugido, assim como as mulheres em Marcos fizeram, vítimas de medo supersticioso. Ou talvez eles teriam ajudado o “homem acabado”. [25] Essa reconstrução é tão plausível como uma quanto qualquer harmonização evangélica dos relatos contraditórios do Evangelho, que recorrerem necessariamente à mesma prática de pressupor eventos ocorridos que nenhum Evangelho menciona. Uma ressurreição milagrosa realmente é mais provável?

Continua…

Notas e Referências

11. David Friedrich Strauss, The Life of Jesus for the People”, 2nd ed. (London: Williams and Norgate, 1879), 1:412.

12. Sim, sim, eu sei que os apologistas irão chamar a atenção sobre isso, insistindo que não havia tempo para uma evolução textual como essa e que não há nenhuma evidência nos manuscritos de que isso ocorreu. Mas os primeiros apologistas datadores não valorizam o fato de que a datação seria, se verdadeira, mais conveniente para eles. E quanto às evidências de manuscritos, não há, de um modo ou de outro, nenhum deles para o período entre a composição dos Evangelhos e os primeiros exemplares que possuímos. Nós não temos nenhuma alternativa a não ser tentar procurar pistas internas de redação, e nenhum direito de simplesmente assumir que os Evangelhos sempre foram lidos como eles são hoje.

13. Mumtaz Ahmad Faruqui, “The Crumbling of the Cross” (Lahore, Pakistan: Ahmadiyya Anjuman Isha’at-i-Islam, 1973), 25. Faruqui já faz tal conexão, apesar de com certeza ele estar falando por uma longa tradição polêmica/exegética.

14. “É certo que a oração feita em Getsêmani foi aceita.” Hazrat Mirza Ghulam Ahmad, Jesus in India: Being an Account of Jesus’ Escape from Death on the Cross and of His Journey to India, trans. Qazi Abdul Hamid (Rabwah, Pakistan: Ahmadiyya Muslim Foreign Missions Department, 1962), 37.

15. Solomon Schechter, “Some Aspects of Rabbinic Theology” (New York: Macmillan, 1910), 174–75;
Shalom Spiegel, The Last Trial: On the Legends and Lore of the Command to Abraham to Offer Isaac as a Sacrifice: The Akedah”, trans. Judah Goldin (Woodstock, VT: Jewish Lights Classic Reprints, 1993), 41–43. Spiegel está argumentando que, de acordo com uma tradição antiga e persistente, os judeus primeiramente contavam a história de Isaac sendo na realidade morto e sua morte valendo pelo pecado de Israel. Então a história foi mudada mais tarde por causa do desprezo ao sacrifício humano: a disposição de Isaac (ou Abraão) deve ter sido o suficiente. Mesmo assim, pode-se inferir que a história do Evangelho originalmente contava uma morte real, e que os fatos que eu estou destacando eram parte de uma tentativa generalizada de reescrita “docética”. Isso pode ser. Mas não afeta minha teoria de um jeito ou de outro. É apenas uma versão pré-canônica e pré-redacional de Scheintod, seja primária ou secundária, e que torna o estado da evidência ambígua o suficiente para que a Teoria do Desmaio permaneça totalmente plausível, o que é o único veredicto que pode ser tomado por qualquer das teorias nesta data atual da história.

16. Ahmad, “Jesus in India”, 33. Este ramo do Islã aceita a afirmação do Corão de que Jesus não morreu na cruz (4:157-58), mas eles acreditam que Jesus desceu da cruz ainda vivo, o que fez com que, dentre outras coisas, os seguidores dos ensinamentos de Ahmad (o Ahmadiyya) fossem descartados como hereges pela maioria dos muçulmanos.

17. Josephus, Life 75 [William Whiston translation].

18. Veja Josephus, Life 1. Para apologistas é axiomático (ou seja, um artigo de fé) que os escritores dos Atos e dos Evangelhos não podem ter usado Josefo, já que isso mandaria para o inferno as suas datações. Entretanto, Steve Mason, Josephus and the New Testament” (Peabody, MA: Hendrickson, 1992), 185–229, conta uma estória bem diferente, e os principais acadêmicos concordam, como por exemplo Richard Pervo, The Mystery of Acts: Unraveling Its Story” (Santa Rosa, CA: Polebridge, 2008) e Acts: A Commentary” (Minneapolis: Fortress, 2009). Além dissom Theodore J. Weeden, The Two Jesuses: Jesus of Jerusalem and Jesus of Nazareth” [monografia publicada em Forum, New Series 6, no. 2 (Fall 2003), 137–341] rearranja a mobília no Titabic: a narrativa da paixão revela ser baseada nos escritos de Josefo sobre Jesus ben Ananias (Josefo, Jewish War 6.300–9)! Esta possibilidade é corroborada em Craig Evans, “Jesus in Non-Christian Sources,” em “Studying the Historical Jesus: Evaluations of the State of Current Research“, ed. Bruce Chilton and Craig Evans (Leiden, South Holland: Brill Academic, 1998), 475–77.

19. Krister Stendahl, “The School of St. Matthew and Its Use of the Old Testament” (Philadelphia: Fortress, 1986);
Richard Longenecker, Biblical Exegesis in the Apostolic Period” (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1975), 140–52.

20. B. P. Reardon, ed., “Collected Ancient Greek Novels” (Berkeley: University of California Press, 1989), 29–32 (Chariton, Book 1, Chapters 7–9) and 151–53 (Xenophon, Book 3, Chapters 8-10).

21. Philostratus, Life of Apollonius of Tyana 8.12, trans. C. P. Jones, Eu não estou sugerindo que Lucas pegou essa cena de Filóstrato ou de alguma fonte anterior sobre Apolônio. Não, só quero dizer que um coloca o outro sob uma nova luz: eles soam tão semelhantes, quem vai dizer que Lucas está tentando dizer algo mais do que Filóstrato queria?

22. Stephen Fuchs, Rebellious Prophets: “A Study of Messianic Movements in Indian Religions” (New York: Asia Publishing House, 1965), 31, 33,154,188,197,220.

23. Robert Graves and Joshua Podro, “Jesus in Rome: A Historical Conjecture” (London: Cassell, 1957);
J. Duncan and M. Derrett, “The Anastasia: The Resurrection of Jesus as an Historical Event” (Shipston-on-Stour, UK: P. Drinkwater, 1982);
Barbara Thiering, “Jesus of the Apocalypse: The Life of Jesus After the Crucifixion” (New York: Doubleday, 1995).

24. Veja Richard Carrier, “The Plausibility of Theft,” em “The Empty Tomb: Jesus beyond the Grave”, ed. Robert M. Price and Jeffery Jay Lowder (Amherst, NY: Prometheus Books, 2005), 358–64.

25. Pilatos assim descreve o Jesus brutalizado em Tim Rice, “Jesus Christ Superstar”.

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