Sobre o “Deus Seja Louvado” nas cédulas

Doa a quem doer, sou contra a retirada. Simples assim.

Não que eu seja a favor da permanência dessa frase lá, porque isso é evidentemente inconstitucional. Penso que ela deveria ser retirada de lá, mas em um momento mais oportuno e com um debate que a precedesse.

Ao fazer isso de supetão e via processos judiciais distantes do debate público, tudo que se consegue é provocar a ira dos lunáticos, que irão começar a borrocar as cédulas sem a frase impressa com a frase escrita à mão.

Já estou até vendo campanhas no facebook dizendo: “se você receber uma cédula sem o ‘Deus seja Louvado’, escreva você mesmo e mostre que somos um povo de Deus!!!1!” E disso para correntes pedindo que se escreva orações é um passo.

O povo brasileiro é ignorante e ainda não entende o significado desta retirada. Vão achar que faz parte de uma campanha anti-religiosa, mas não é. E dessa forma, vão perder a oportunidade de refletir e vão ficar ainda mais presos na ignorância. A cultura brasileira de mudanças é muito “de cima para baixo”, as mudanças são sempre impostas e quase nunca conquistadas. Isso só reforça a síndrome de vira-lata do brasileiro, sempre esperando que a solução caia do céu ou sempre se revoltando contra mudanças que não compreende.

As mudanças devem começar a ser mais “de baixo para cima”, mas isso só aconteceria como resultado do amadurecimento político de nossa sociedade. Mudanças “de cima para baixo” só contribuem para forçar as pessoas à inércia, engastam sua vontade de debater e aprender. E pior de tudo, criam conflitos desnecessários, que por sua vez criam – também desnecessariamente – um time de vencedores e outro de derrotados.

E uma vez que se sentirem ofendidas, vão revidar borrocando minhas notas todas. Não. Prefiro que o Deus continue sendo louvado por mais um tempo a ver os idiotas delirantes ficarem mais ouriçados ainda, a ponto de saírem piorando a situação.

Num momento oportuno, essa medida seria excelente para ajudar as pessoas a amadurecerem, mas agora só servirá para mantê-las ainda mais comprometidas com seu devaneio.

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11 opiniões sobre “Sobre o “Deus Seja Louvado” nas cédulas”

  1. Achei a argumentação fraca Bruno,mas já que tocou no assunto,sou a favor da retirada de ordem e progresso da bandeira,sejamos éticos a palavra progresso ofende os conservadores mais radicais.Gente que gosta do Olavo sentiria uma dor no peito ao ter que jurar para uma bandeira ”progressista”.

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  2. Não que eu seja a favor da permanência dessa frase lá, porque isso é evidentemente inconstitucional. Penso que ela deveria ser retirada de lá, mas em um momento mais oportuno e com um debate que a precedesse.

    Conde- Então o preâmbulo da Constituição é inconstitucional? “Sob da proteção de Deus”? Esse Suriani já é burro em história. E agora quer passar vexame em direito constitucional tb?

    “Ao fazer isso de supetão e via processos judiciais distantes do debate público, tudo que se consegue é provocar a ira dos lunáticos, que irão começar a borrocar as cédulas sem a frase impressa com a frase escrita à mão”.

    Conde- Claro, claro, o negócio mesmo é fazer as tramóias na calada da noite. Quem é que respeita um delinquente espiritual tão patético como Suriani, cujo blog se identifica com o que há de pior na corrupção política brasileira?

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  3. As mudanças devem começar a ser mais “de baixo para cima”, mas isso só aconteceria como resultado do amadurecimento político de nossa sociedade. Mudanças “de cima para baixo” só contribuem para forçar as pessoas à inércia, engastam sua vontade de debater e aprender. E pior de tudo, criam conflitos desnecessários, que por sua vez criam – também desnecessariamente – um time de vencedores e outro de derrotados.

    Conde- Amadurecimento político da sociedade? Que grande miséria intelectual e moral seria o mundo dominado pelos Surianis da vida?

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  4. Valeu! Só complementando:

    Artigo 19 da Constituição:
    “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.”

    A expressão “Deus seja Louvada” não é uma colaboração de interesse público, pois não podemos pressupor que um país vá ganhar alguma coisa a imprimindo em suas cédulas (ou perder, caso a retire).

    Quando o estado declara datas como Natal e Páscoa como feriados, ele impulsiona o comércio brasileiro. O Carnaval impulsiona o turismo (e as cervejarias rs). O Cristo Redentor também traz turistas e torna o Rio de Janeiro um dos cartões postais mais famosos do mundo. Igrejas e templos religiosos devem ser tombados porque são parte da nossa memória. Prover segurança pública a eventos religiosos também é dever do estado, bem como receber com a formalidade adequada as lideranças religiosas que nos visitam.

    Tudo isso são colaborações com cultos religiosos e igrejas de interesse público. Traz retorno e traz benefícios objetivamente verificáveis. Cruzes em tribunais – além de serem uma decoração para lá de cafona -, estátuas que não atrairão turistas, inscrições em cédulas e feriados que não trazem retorno econômico são contrários ao critério de interesse público.

    Ademais, retirar da cédula não é um ato contrário à manifestação religiosa, pois não diminuiu em absolutamente nada liberdade de cada indivíduo de se manifestar religiosamente.

    A importância histórica também é irrelevante. Até porque o único fato histórico verificável é que o Brasil foi fundado por cristãos e não podemos pressupor, de forma alguma, a participação direta de Deus – mesmo que ele exista de fato! Historicamente, o correto seria colocar: “Essa nação foi fundada por cristãos.” mas isso soaria tão estranho que poucos iriam querer. Sem contar que lugar de história é em livros, não em cédulas.

    Aliás, sobre essa questão da tradição e dos fundadores… por acaso os egípcios não deveriam abandonar Ha, Osiris e cia porque era a religião dos fundadores deles? O Vaticano deveria permanecer fiel a Júpiter pois esta era a religião dominante na Itália antes deles? O papa deveria celebrar uma missa a Hélio durante o início do solstício (25/12) e mandar inscrever “Marte seja Louvado” nas espadas dos cavaleiros das cruzadas?

    A tradição é importante, mas quando entra em conflito de interesses, passamos a deixá-la nos livros de história e nos museus. Os interessados em nutri-la, que a nutram através destes. Se algum leitor aqui se interessar, sugiro até o plano de ação: Faça uma exposição mostrando a importância do cristianismo em nossa história em algum museu. Exponha o crucifixo de todos os Dom’s que você quiser, junto com seus certificados de batismo, de primeira eucaristia, de católico fiel etc e coloque as referências às religiões que fizeram em seus textos, discursos, cartas, documentos etc Daí você escreve um livro contando a história de tudo isso também! Olha, vai ficar muito legal se você fizer isso tudo. Até porque lugar de história é no museu e nos livros e não nos tribunais e nas cédulas. Tribunal não é museu, cédula não é livro de história. Combinados?

    A alegação de que essa frase não é somente cristã chega a ser risonha. Ela é uma referência muito clara a um deus único: neste caso Deus, o cristão.

    Outra alegação que vi é que Deus realmente existe e é a verdade última do universo. Bem, considerando que o argumento cosmológico esteja correto – o que não é o caso – quem falou que esse ser é Deus ou mesmo um deus? Quem falou que este ser exige louvores?

    Vou até mais longe: Quem falou que este ser exige louvores em cédulas de dinheiro? Se São Francisco de Assis estivesse vivo hoje, ele seria o primeiro a querer sumir com o nome de Deus das cédulas de dinheiro!

    Muita gente diz que a medida não ter essa inscrição na cédula é coisa de estado ateu. Absurdo! Então não escrever “Não use drogas!” é coisa de estado apologista às drogas? Ou será que não escrever “Nação de Heteros” é coisa de um estado gay?

    Sobre a questão da maioria, existem juristas que defendem a posição de que a maioria deve governar. Isso é bem problemático. A forma como alguns dizem dá a entender que a maioria pode passar por cima das leis ou mesmo fazer leis que sejam vantajosas para ela e desvantajosas para a minoria. Isso é democracia? Existe algum ideal de liberdade escondido aí?

    A maioria pode decidir os rumos do país, mas não pode passar por cima das minorias. O estado não deve se posicionar a favor dos desejos da maioria de forma tão irresponsável e desrespeitosa para com as minorias. Não estou falando que este seja o caso. Neste assunto, o problema é que está se dando voz institucional a uma maioria sem que haja retorno algum, a não ser a satisfação pessoal dessa maioria.

    E questão de maioria é complicado. A maioria de hoje não é a maioria de amanhã.

    Por fim, muitos perguntam: você se sente ofendido com essa frase nas cédulas? Muita gente tenta tergiversar, mas não farei mais isso. Vou dizer a verdade: sim, me incomoda. Não ofende, mas incomoda.

    Em primeiro lugar porque, como já demonstrei, é uma colaboração com um culto sem contrapartida estatal.

    Em segundo lugar, porque repudio o cristianismo como sistema moral. Não quero usar um cédula que louve um ser que já ordenou genocídios e que justifica a intolerância. Não quero usar uma cédula que louva um ser que castiga com fogo eterno aqueles que não creem nele. Para mim, endossar o louvor a Deus é como dizer que não importo com o meu próprio estado me dizendo que acredita que vou ser punido eternamente por minha não crença.

    Em terceiro lugar, me sinto desprestigiado como cidadão. Da mesma forma que sentiria desprestigiado como torcedor se o estado se posicionasse formalmente a favor de algum time de futebol. Do mesmo modo como qualquer cristão se sentiria desprestigiado – COM TODA RAZÃO – ao ver uma frase como “Deus não existe”, “Alá seja louvado” ou “Satanás seja louvado” nas cédulas.

    Em quarto lugar, o cristianismo é um sistema de crenças supersticioso, que não valoriza a verdade natural do universo acima de qualquer outro tipo de verdade (Deus não é uma verdade natural, se fosse, ele deveria ser alvo da ciência… ou eu estou escutando alguém dizendo que ele é objeto da ciência?), que não prioriza o conhecimento (mas sim a revelação) e nem o desenvolvimento e o conforto deste mundo físico (mas sim a salvação). Ela se posiciona contra certos avanços quando se sente ofendida sem apresentar nada além de suas convicções. Não, eu não quero que um sistema intelectualmente inferior a qualquer sistema secularizado seja louvado e fique sustentando que essas perdas de tempo alienantes mereçam atenção.

    Sim, me incomoda muito ver aquele “Deus seja Louvado” alí. Melhor deixar sem nada escrito, e cada louve quem quiser e se quiser.

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  5. e o investigador de humanismo continua bancando o garoto de recados e eu continuo respondendo.

    Lulu-Ironia dentro de uma estratégia não deixa de ser uma estratégia.

    Groucho-Só faltou inventar o termo ”ironia-estrategista”

    Lulu-Se faz apologia contra as religiões, e faz, então o positivismo fere o estado laico.

    Groucho-Qual é a apologia que ordem e progresso faz contras as religiões?Voce ainda não respondeu.

    Lulu-Assim como faz apologia contra as religiões.

    Groucho-Certo só falto voce mostra porque Ordem e progresso fazer apologia a religião.

    Lulu-Notem que todo o truque dele é usar manipulação linguística e nada mais. Por isso eu falo, é só levar a ação para o tribunal (mas mapeiem os truques linguísticos), que dá para complicar a vida dos projetos humanistas.

    Groucho-Vai me processar?

    lulu-Aqui ele repete o truque de fingir que se alguém é contra o uso do lema “Ordem e Progresso” pelos positivistas (e historicamente é por esse motivo que o lema está na bandeira, e não outro), então é contra “ordem” ou “progresso”.

    Groucho-O lema esta na bandeira porque são os princípios que irão reger a republica e o pais(ao menos na teoria é claro).

    lulu- A função do Bruno é de endosso à qualquer coisa da ATEA ou Paulopes que beneficie os humanistas.

    Groucho-Quem disse?Bruno já até criticou o baixo nivel das campanhas da ATEA.

    lulu-Mas “Ordem e Progresso”, no sentido positivista (que é o que está na bandeira), é uma idéia de que o progresso não é tecnológico, mas também moral, em que o homem muda sua contingencia para a criação do paraíso em Terra (é o positivismo que diz isso). Portanto, “Ordem e progresso”, no sentido humanista, é igual “Homem seja louvado”.

    Groucho-Não necessariamente pode se acreditar no progresso com ou sem o culto ao homem de modo que a crença no progresso não é exclusivamente humanista.

    lulu-”Assim seja. Substitua “a retirada de uma cruz” (mas com a informação de que é a pedido dos humanistas omitida pelo alegador humanista) é a manifestação do “interesse público”. Te vira para sair dessa, figurinha.”

    Groucho-Foram contesto diferentes simples assim.

    lulu-O ideal republicano especificamente francês se sustenta em uma posição anti-religiosa, portanto, pode ser um constrangimento a religiosos, e viola o estado laico também

    Groucho-Então defender a republica virou um ato religioso?,interessante.

    lulu-Como as três palavras, na sequencia aventada, são relacionadas aos franceses, há uma violação.

    Groucho-Agora o estado tem que ser neutro também em relação ao nacionalismo?

    lulu-Agora, o truque dele é fingir que os símbolos relacionados ao humanismo/positivismo são UNICAMENTE políticos,

    Groucho-A mariene que eu saiba é unicamente politica.

    lulu-O truque de novo de fingir que “Ordem e Progresso”, de acordo com o lema positivista é o mesmo que as expressões “ordem” e “progresso” isoladas.

    Groucho-E por acaso comte distorceu o significado original de ordem e progresso?

    lulu-Claro que não, pois ainda assim o símbolo foi utilizado como bandeira humanista, o que tirou sua neutralidade religiosa.

    Groucho-Os jacobinos(que seriam os humanistas) usavam porque eram republicanos e Marienne é o simbolo da republica mas isso não quer dizer que todo republicano seja esquerdista nem que o simbolo da republica passe a ser exclusivamente esquerdista.

    lulu-uma coisa é ser contra o lema “Igualdade, fraternidade, liberdade” no contexto da Revolução Francesa, outra é ser contra as expressões isoladas.

    Groucho-Ue então não valia a pena defender igualdade,fraternidade e liberdade no contexto da revolução Francesa?

    lulu-Expressões como igualdade, fraternidade, liberdade, ou outras âncoras positivas, são interessantes, desde que deve-se tomar cuidado com quem as use, se é para uso político, portanto, tomem cuidado e fiquem com as expressões originais ao invés de truques políticos como o uso sequencial de ‘igualdade, fraternidade, liberdade’ por revolucionários franceses.

    Groucho-Ora que eu saiba conservadores também defende esses princípios e portanto podem se dizer defensores desses favores como os revolucionários franceses fazem.

    lulu-Aí ele acabou de dar o caso então para que basta dizer que nem toda a expressão “Deus seja louvado” esteja relacionada à religião (pois alguém poderá dizer que “Deus” é o seu “eu interior” e thelemitas fazem isso), que o estado laico deixa de valer.

    Groucho-Não necessariamente pois ateus ainda estariam excluídos.

    lulu-Essa é a diferença. Uma coisa é um massacre por questões políticas, outra coisa é um massacre solicitado por questões ideológicas, e que serviram a ações políticas. Para o massacre de São Bartolomeu, foi preciso seguir os interesses políticos, para a Revolução Francesa, bastou seguir a ideologia. Por isso é que a Revolução Francesa é o início dos genocídios justificados pela ideologia, não mais por questões políticas.

    Groucho-Ora lulu o seu argumento original era de que os jacobinos tinham iniciado a era dos genocídios sem nenhum momento especificar que eram genocídios por razões ideológicas.De qualquer forma um genocídio é sempre um genocídio não importa os motivos.

    lulu-Aqui acima novamente o truque de que “símbolo político” está isento de motivações relacionadas a religião ou anti-religião.

    Groucho-Claro que podem existir símbolos políticos e religiosos mas esse não é o caso de símbolos como o de marienne.

    lulu-A história! Aliás, que tal ver a noção religiosa dos líderes do positivismo?

    Groucho-A noção pouco importa o que importa é a frase em si.

    lulu-Eu, como secular (ao invés de você, como humanista, e portanto, religioso político), posso assistir de camarote você violar seu próprio código de ética.

    Groucho-Eu também estou me divertindo muito com sua insistência de considerar marienne um simbolo anti-religioso,podemos levar isso até que o investigador de humanistas canse de bancar o garoto de recados.

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  6. Groucho, apaguei alguns comentários seus e outros mes que estavam aqui e coloquei na página do Chat. Por que fiz isso?

    O blogueiro fake Luciano Ayan não merece atenção aqui. Ele insiste em tratar você como sendo eu (demonstração patente e indiscutível de infantilidade), defende ideias que beiram o absurdo mesmo para muitos reacionários e não está minimamente disposto a qualquer debate mas, antes disso, deseja mesmo arrumar briguinhas via internet.

    Veja este argumento patético dele de que humanismo é religião. É pura baboseira para usar em briguinha de internet. No mundo real, argumentar que ou se tira o rosto da marianne junto com o louvor a Deus ou não se tira nenhum seria o suficiente para enterrar a carreira intelectual de virtualmente qualquer um. Mas em briguinhas de internet, as regras são outras.

    Esse blog não serve para fomentar ou incentivar briguinhas de internet, e nem sequer faz vista grossa para esse tipo de coisa. Eu até que tentei manter um debate, e você também, mas só recebemos infantilidades do outro lado (como chamar você de bruno almeida) e argumentos que deixariam Carroll e seus mundos mágicos ficar parecendo obras hiper-realistas. Sem contar o tom de briguinha de internet, completamente discordante de um tom de debate.

    Agora, se o Luciano quiser usar o Guarda de Humanistas (ou sei lá o quê) para postar isso aqui lá, e depois responder uma babaquice para cada parágrafo e depois postar um elogio a si próprio usando o Marcos Aquino, o problema é dele. Quem quer brincar de circo-monólogo é ele, então deixemos ele só, pois nossas intromissões quebram o ritmo do monólogo.

    Sobre o Conde, a mesma coisa. Acabei de aprovar mais um comentário lamentável dele, no qual ele diz que estou errado porque ele leu mais do que eu e sabe que eu estou errado. Me acusa de descontextualizar sem dizer o contexto correto. Critica quando ponho poucas fontes, critica quando ponho fontes que ele aprova… Sempre existe uma desculpa, sempre existe uma forma de negar a verdade esfregada na cara dele.

    E ele sequer se dá ao trabalho de construir algo que possa ser chamado de argumento ou de fornecer uma mísera citação ou indicação de leitura. Não existe debate com ele também, pois ele se limita a usar retórica para desmerecer tudo que for colocado por mim ou por você. Deixemos o idiota hermético falando sozinho, pois assim funcionam os monólogos.

    Textos que vão de encontro com as ideias deles, mesmo de forma direta, continuarão a ser feitos. Mas respostas a textos deles em comentários aqui ou externos não.

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