Fruta do Conde: a frutinha que mais dá em Belém do Pará!

A Fruta do Conde, que dá nome a uma sorveteria famosa daqui de Uberlândia, é uma fruta que, apesar de ser bem brasileira, é desconhecida pelos brasileiros em geral. Ela lembra a graviola, mas sua casca é bem mais escamosa. Tem um sabor bem forte e fica muito boa com leite. Seu nome científico é Annona squamosa e ela é típica de regiões quentes, tropicais, e não suporta temperaturas baixas.

Uma outra fruta que dá muito na região tropical do Brasil e que também é um conde, é o Conde Loppeux de la Villanueva. E como essa fruta dá, misericórdia… acho que todo mundo em Belém do Pará já comeu.

O referido Conde não gostou muito da série que fiz sobre ele recentemente e veio aqui no meu blog me xingar e floodar minha caixa de comentários. Ele aproveitou que os comentários aqui são liberados e chegou a publicar seis deles seguidos! Quando passei a moderar os comentários dele, ele ainda tentou capitalizar em cima, chamando de censura. E ainda demonstrou não ter ideia do que seja flood. Paciência…

Este post aqui é para responder ao desafio que ele pediu para eu fazer a ele. Vocês podem ver como foi a conversa na parte 3 da série. Basicamente, ele pediu que eu o desafiasse a um debate. Eu disse ok, propus um tema, esbocei as regras e disse que seria via textos. Daí ele mudou o tema para um completamente genérico e sem sentido e disse que queria que fosse ao vivo e gravado. Supus que ele queria que fosse pessoalmente e pedi a ele que pagasse minha passagem aérea. Mas daí ele veio dizendo que queria fosse pelo skype e que eu estava sendo engraçadinho e que estava complicando as coisas para fugir. E achou ruim porque falei que não entendi que seria pelo skype porque ele não tinha mencionado isso. Ah, vá… agora tenho que adivinhar tudo?

O mais divertido de tudo é que ele se nega ao debate fingindo que não entendeu a proposta, quando o trecho que ele cita está claro em afirmar que o debate será gravado via skype ou langout. O rapazinho é um cagão mesmo! Está fugindo!

Conde

É mole isso? Isso sem contar com a sessão de flood épica, seis comentários em menos de 15 minutos:

6 de outubro de 2012 às 08:59
6 de outubro de 2012 às 09:00
6 de outubro de 2012 às 09:01
6 de outubro de 2012 às 09:06
6 de outubro de 2012 às 09:08
6 de outubro de 2012 às 09:12

A impressão que tenho é que ele queria que eu desistisse para poder capitalizar em cima. É mais bonito colocar no currículo dele: “fui desafiado pelo Bruno Almeida, que posteriormente desistiu do debate por perceber o que não tinha percebido na hora que fez o desafio: que ia perder o debate!”

Ah, mas me poupe, Conde!

Na parte 4, ele faz outra sessão de flood: três comentários em dois minutos mais um comentário alguns minutos depois em outro post. Isso parece desespero porque É desespero, não há outra forma de avaliar esse comportamento infantil. E ainda veio dizer que modero os comentários dele porque tenho medo dele! Ah, mas quanta pretensão a deste garoto! Se eu pelo estivesse escondendo os “argumentos” dele, mas não estou deixando de aprovar nenhum comentário, só deixo na geladeira por uns dias para punir o flood.

E outra, de onde ele tirou que faço isso por covardia? Que nuance do meu comportamento revela medo? Quando eu chamo ele de desesperado, digo que conclui isso tendo em vista o excesso de comentários em intervalos curtíssimos de tempo, típico de alguém em um ataque de fúria. Agora, como meu comportamento seria diferente caso eu não estivesse moderando os comentários dele por covardia ou caso a covardia fosse um fator menor? Como meu comportamento seria diferente neste caso para que o Conde pudesse concluir isso?

Vou ser curto e grosso: o Conde me instigou a fazer o desafio, certo? Então, eu o propus. Ele pediu para mudar o tema e isso eu não aceito. O tema que propus é específico e não dá brecha para ele (e nem eu) ficar fugindo do tema toda vez que for apertado. Falar de Idade Média em geral é ruim, porque se mostro um problema num argumento dele sobre sexualidade, ele muda para economia. Se ele mostra um erro num trecho meu sobre tecnologia, posso mudar o assunto para política. E por aí vai… Não, isso não dá certo. O tema que propus já é excelente por si só: “A moralidade cristã da Idade Média é melhor do que a noção contemporânea de moralidade?” Se alguma das partes não sabe sobre o assunto, isso ficará evidente. Não precisa colocar um tema genérico para evitar esse tipo de situação.

Outra, não quero fazer por skype. Não me opus a princípio, mas mudei de ideia. Prefiro fazer por textos. E ele que não venha dizer que isso me ajuda a mentir, pois ajuda tanto a mim quanto a ele. Ele que vá chupar rola se acha que é mais honesto do que eu: não estou nem aí para auto-idealização dele. E mais, se achar que estou mentindo, mostre a mentira e pronto.

E um recado direto para o Conde: se está disposto, use seu blog e diga que está. Mostre a seu público que está sendo desafiado, não esconda isso deles postando aqui. Ignorarei comentários sobre o desafio se você não postar nada no seu blog. E pare de complicar as coisas. Debate por escrito requer menos tempo de uma só vez, permite mais flexibilidade de horário e menos esforço. Sei que você é desocupado, mas eu não sou, e tenho dois orientadores no meu pescoço e ensaios de laboratório para fazer. Já adianto que não aceito mudança no tema e nem na forma do debate. Qualquer outra proposta será analisada, menos essas duas. E chega de criar dificuldades e tentar forçar a barra para eu desistir. Ou vai, ou racha.

Se aceitar o desafio, proponho as regras, que em seguida passarão por revisão. Você irá publicá-las em alguma mídia social ou em seu blog dizendo que aceita as regras. É lindo ficar colocando no seu currículo uma desistência minha (que não aconteceu) e esconder do seu público a verdadeira história. Safadeza tem limite… assuma publicamente que está sendo desafiado, ou o desafio fica anulado.

Por fim, se discorda do debate que EU PROPUS, entendeu, que EU PROPUS, decline-o, oras! Decline-o e proponha outro a seu bel-prazer. O debate foi proposto por MIM, então ele vai ser sobre o tema que escolhi e pelo meio que eu achei mais conveniente para poder conciliar com minhas atividades. Mas covarde como acho que é, vai declinar este em segredo e só vai divulgar para seu público o que você vai propor. Então, por favor, queime minha língua… aceite o desafio ou o decline publicamente em seu blog. Não seja covarde como alega que sou, mostre que pelo menos um de nós é homem.

Ressonância Magnética do Cérebro da Fruta do Conde que roubei do médico dele.
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18 comentários em “Fruta do Conde: a frutinha que mais dá em Belém do Pará!”

  1. A Fruta do Conde, que dá nome a uma sorveteria famosa daqui de Uberlândia, é uma fruta que, apesar de ser bem brasileira, é desconhecida pelos brasileiros em geral.

    Conde-A fruta do conde é bastante conhecida no Brasil. O problema mesmo é que vc nunca saiu dessa província do Triângulo Mineiro, não é mesmo, seu caipirinha intelectual?

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    1. O Triângulo Mineiro, pelo menos até a última vez que eu conferi, fica no Brasil. Se a tal fruta é conhecida no Brasil, é conhecida aqui, então eu não preciso sair daqui para conhecê-la… Daaannn

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  2. Que grande tristeza argumentativa! A única coisa que o asno provinciano e puxador de carroça de Uberlândia consegue fazer contra mim é me chamar de viado? Ts, ts, ts, ts. Ao que parece, Bruno Au Aumerda não tem muita criatividade. Ainda mais quando sabemos que seus amiguinhos dos Lanternas Verdes é uma reles confraria de bichonas raivosas.

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    1. Isso que você escreveu era para fazer sentido? Você não falou coisa com coisa…

      Vou comentar só o que interessa:

      1) Você nunca falou abertamente que tinha sido desafiado em seu blog, e os termos do desafio, exceto um ou outro comentário. Falar sobre mim é uma coisa, dizer que foi desafiado é outra.

      2) Deixei claro que estou te desafiando. Você não respondeu que topa nem que não topa e ainda por cima veio me chamar de covarde. Isso é absolutamente patético da sua parte, Conde. PA-TÉ-TI-CO. Diga se aceita ou não, porra! Eita… Você não aceita e ainda me chama de covarde, é pra cair o cu da bunda mesmo.

      Quanto aos seus demais comentários, que não possuem uma vírgula de relevância, semana que vem eu aprovo.

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  3. 1) Você nunca falou abertamente que tinha sido desafiado em seu blog, e os termos do desafio, exceto um ou outro comentário. Falar sobre mim é uma coisa, dizer que foi desafiado é outra.

    Conde- Vc nunca me desafiou. Fugiu com o rabinho entre as pernas e ainda se fez de desentendido. Mas é normal que vc aja assim,. Está com medo de passar vexame num debate? Se bem que só há debate quando as duas pessoas possuem algum conhecimento do que dizem. No seu caso, a sua indigência intelectual nem mesmo dá em debate. Dá em surra.

    2) Deixei claro que estou te desafiando. Você não respondeu que topa nem que não topa e ainda por cima veio me chamar de covarde.

    Conde-Desafio onde? Estou esperando vc aceitar um debate, ao vivo, via skype. Vamos lá, seu covarde, está com medo pq? Vc finge coragem, mas sei que está fugindo.

    Isso é absolutamente patético da sua parte, Conde. PA-TÉ-TI-CO. Diga se aceita ou não, porra! Eita… Você não aceita e ainda me chama de covarde, é pra cair o cu da bunda mesmo.

    Conde-Que viadagem! Patético é vc afirmar que desconhece tudo o que é debatido e depois fingir de quenga ofendida. Isso sim se torna ridículo. E não adianta esconder. Quem leu meus textos viu que vc foi esmigalhado e está insistindo pela simples vaidade do idiota hermético.

    Quanto aos seus demais comentários, que não possuem uma vírgula de relevância, semana que vem eu aprovo.

    Conde- Não precisa publicar. Saiba apenas que vc é um covarde mesmo, além de burro. E um covarde e burro pedante. É como um rato de esgoto que banca o macho para a ratoeira. Não importa, Eu sempre esmago a cabeça do rato.

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    1. Que? Eu não desafiei o Conde? Ah não, Conde, para com isso! Leiam o texto a cima que estará escrito com todas as letras que ele está sendo desafiado por mim. Se o dedo gordo dele está com preguiça de rolar a tela para cima um pouco, tudo bem! Eu ajudo e coloco aqui uma reprodução do que está alguns pixels para cima:

      Vou ser curto e grosso: o Conde me instigou a fazer o desafio, certo? Então, eu o propus. Ele pediu para mudar o tema e isso eu não aceito. O tema que propus é específico e não dá brecha para ele (e nem eu) ficar fugindo do tema toda vez que for apertado. Falar de Idade Média em geral é ruim, porque se mostro um problema num argumento dele sobre sexualidade, ele muda para economia. Se ele mostra um erro num trecho meu sobre tecnologia, posso mudar o assunto para política. E por aí vai… Não, isso não dá certo. O tema que propus já é excelente por si só: “A moralidade cristã da Idade Média é melhor do que a noção contemporânea de moralidade?” Se alguma das partes não sabe sobre o assunto, isso ficará evidente. Não precisa colocar um tema genérico para evitar esse tipo de situação.

      Outra, não quero fazer por skype. Não me opus a princípio, mas mudei de ideia. Prefiro fazer por textos. E ele que não venha dizer que isso me ajuda a mentir, pois ajuda tanto a mim quanto a ele. Ele que vá chupar rola se acha que é mais honesto do que eu: não estou nem aí para auto-idealização dele. E mais, se achar que estou mentindo, mostre a mentira e pronto.

      E um recado direto para o Conde: se está disposto, use seu blog e diga que está. Mostre a seu público que está sendo desafiado, não esconda isso deles postando aqui. Ignorarei comentários sobre o desafio se você não postar nada no seu blog. E pare de complicar as coisas. Debate por escrito requer menos tempo de uma só vez, permite mais flexibilidade de horário e menos esforço. Sei que você é desocupado, mas eu não sou, e tenho dois orientadores no meu pescoço e ensaios de laboratório para fazer. Já adianto que não aceito mudança no tema e nem na forma do debate. Qualquer outra proposta será analisada, menos essas duas. E chega de criar dificuldades e tentar forçar a barra para eu desistir. Ou vai, ou racha.

      Se aceitar o desafio, proponho as regras, que em seguida passarão por revisão. Você irá publicá-las em alguma mídia social ou em seu blog dizendo que aceita as regras. É lindo ficar colocando no seu currículo uma desistência minha (que não aconteceu) e esconder do seu público a verdadeira história. Safadeza tem limite… assuma publicamente que está sendo desafiado, ou o desafio fica anulado.

      Por fim, se discorda do debate que EU PROPUS, entendeu, que EU PROPUS, decline-o, oras! Decline-o e proponha outro a seu bel-prazer. O debate foi proposto por MIM, então ele vai ser sobre o tema que escolhi e pelo meio que eu achei mais conveniente para poder conciliar com minhas atividades. Mas covarde como acho que é, vai declinar este em segredo e só vai divulgar para seu público o que você vai propor. Então, por favor, queime minha língua… aceite o desafio ou o decline publicamente em seu blog. Não seja covarde como alega que sou, mostre que pelo menos um de nós é homem.

      Agora eu me pergunto: como, meu Deus, como alguém pode ler tudo isso que está escrito acima e depois responder com um fatídico:

      Vc nunca me desafiou.

      Vou repetir a todos aqui o que o Conde falou:

      Vc nunca me desafiou.

      Prestem atenção, vou colocar só mais uma vez para ninguém reclamar que não viu:

      Vc nunca me desafiou.

      Aliás, desconfio que ele tenha dito isso em resposta ao trecho em que eu disse: “assuma publicamente que está sendo desafiado, ou o desafio fica anulado.” Na verdade, ou é isso ou o Conde passou dos limites e chutou o balde de vez.

      Depois de tudo que escrevi acima, faz sentido dizer algo assim?

      Que patético…

      E ainda fica ofendendo meus orientadores, pessoas que ele não conhece, que ele não faz a mínima ideia de quem são. Não dou a mínima para o que sai dos dedos sujos do Conde sobre mim, mas fico consternado com a baixaria de ofender pessoas que não têm absolutamente nada a ver com essa história e que (felizmente para eles) não têm sequer noção de que o Conde existe. Sabe, é o tipo de coisa que broxa mesmo… como levar alguém assim a sério?

      O Conde deveria dar graças aos céus por eu permitir que ele me ofenda aqui no meu próprio blog! Puts, eu só não reinvindico o Prêmio Madre Tereza de Calcutá Awards 2012 porque aquela velha era uma safada picareta e não quero ser comparado àquele ser repugnante. Duvido que ele aceitaria ser xingado de forma tão aberta e repetitiva (e bota repetitiva nisso… ele não vira o disco) em seu próprio blog e ainda reclama porque passo pela moderação! Ele deveria saber que não tenho obrigação nenhuma de publicar qualquer ofensa feita a mim em um espaço MEU. Estranho é que no blog dele ele maneira as palavras um pouco, então parece que o politicamente incorreto dele só vale mesmo longe das câmeras… para o próprio público, ele ainda tenta parecer bom mocinho.

      E não sei de onde diabos ele tirou que eu assumi não entender de Idade Média. Confesso não entender dela mais do que qualquer outro assunto em história, até porque não tenho obrigação de me aprofundar nela. Mas o conheço o suficiente para construir as objeções que fiz aqui e caso seja necessário, posso sempre pesquisar mais. As contra objeções do Conde foram tão vazias de conteúdo e tão carregadas de ofensas inúteis, referências fantasmas (“ah, o livro X fala isso, o autor y desmente aquilo”) e de remendões a si próprio (como dizer que seu vídeo original era sobre estrutura familiar se ele sequer cita o termo) que até agora não senti necessidade nenhuma de me aprofundar no tema.

      Enfim, o desafio está feito e eu já falei que o desafio que EU propus é por escrito. Se ele quiser, decline este e proponha um outro por skype. Mera formalidade, mas burocracias assim é que me dão a prova de que quem está enrolando aqui não sou eu.

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  4. Que? Eu não desafiei o Conde? Ah não, Conde, para com isso! Leiam o texto a cima que estará escrito com todas as letras que ele está sendo desafiado por mim.

    Conde-O rapazinho é mentiroso mesmo. Normal. A surra foi tão feia, que só resta mesmo usar o discurso do deixa disso.

    Se o dedo gordo dele está com preguiça de rolar a tela para cima um pouco, tudo bem! Eu ajudo e coloco aqui uma reprodução do que está alguns pixels para cima:

    Vou ser curto e grosso: o Conde me instigou a fazer o desafio, certo? Então, eu o propus. Ele pediu para mudar o tema e isso eu não aceito. O tema que propus é específico e não dá brecha para ele (e nem eu) ficar fugindo do tema toda vez que for apertado. Falar de Idade Média em geral é ruim, porque se mostro um problema num argumento dele sobre sexualidade, ele muda para economia. Se ele mostra um erro num trecho meu sobre tecnologia, posso mudar o assunto para política. E por aí vai… Não, isso não dá certo. O tema que propus já é excelente por si só: “A moralidade cristã da Idade Média é melhor do que a noção contemporânea de moralidade?” Se alguma das partes não sabe sobre o assunto, isso ficará evidente. Não precisa colocar um tema genérico para evitar esse tipo de situação.

    Conde- Tudo o que o imbecil resta a fazer é repetir o mesmo argumento rebatido?

    Aliás, desconfio que ele tenha dito isso em resposta ao trecho em que eu disse: “assuma publicamente que está sendo desafiado, ou o desafio fica anulado.” Na verdade, ou é isso ou o Conde passou dos limites e chutou o balde de vez.

    Conde- Você publica respostas posteriores dando a entender que respondeu primeiro? Uma hora vc nega o debate, outra hora muda de idéia e outra hora tem outra opinião de novo? Vc está pior do que mulher com TPM, heim?

    Depois de tudo que escrevi acima, faz sentido dizer algo assim?

    Que patético…

    Conde- Concordo com vc. Que patético é o seu papelão.

    E ainda fica ofendendo meus orientadores, pessoas que ele não conhece, que ele não faz a mínima ideia de quem são.

    Conde- Ué? Se vc parece um burro de carga, não dá pra entender que tipo de orientadores são esses. Devem ser “orientadores” de carroças, cocheiros ou carroceiros.

    Não dou a mínima para o que sai dos dedos sujos do Conde sobre mim, mas fico consternado com a baixaria de ofender pessoas que não têm absolutamente nada a ver com essa história

    Conde- Vc meteu seus orientadores no meio, dando algum ar de autoridade intelectual. Lamento, nem seus orientadores te salvam. Vc continuará sendo uma anta do mesmo jeito.

    e que (felizmente para eles) não têm sequer noção de que o Conde existe. Sabe, é o tipo de coisa que broxa mesmo… como levar alguém assim a sério?

    Conde- Quem tem mania de achar que é macho pq é ateu é vc, necessitando toda hora provar alguma potência sexual. Isso sim é sinal broxante, de moleque que bate punheta e não sente prazer.

    O Conde deveria dar graças aos céus por eu permitir que ele me ofenda aqui no meu próprio blog! Puts, eu só não reinvindico o Prêmio Madre Tereza de Calcutá Awards 2012 porque aquela velha era uma safada picareta e não quero ser comparado àquele ser repugnante.

    Conde- A “culpa” de Madre Teresa de Calcutá é não ser um delinquente moral como o Sr. Bruno Au-au-merda? Convém dizer, para quem se identifica como o “blog do mensalão”, deve ser um sinônimo da mais alta envergadura moral do delinquente corrupto.

    “Duvido que ele aceitaria ser xingado de forma tão aberta e repetitiva (e bota repetitiva nisso… ele não vira o disco) em seu próprio blog e ainda reclama porque passo pela moderação!”

    Conde-As ofensas são livremente publicadas no meu blog. Mas quando provo que vc é um ignorante e palerma, não estou ofendendo vc. Estou apenas retratando a realidade.

    “E não sei de onde diabos ele tirou que eu assumi não entender de Idade Média. Confesso não entender dela mais do que qualquer outro assunto em história”,

    Conde- Analfabeto, vc sabe ler? Acabou de admitir que não sabe nada de história. Preciso desmoralizá-lo mais, burraldo?

    “até porque não tenho obrigação de me aprofundar nela”.

    Conde- Quando alguém fala de um assunto específico, tem obrigação de aprofundá-lo sim. Sabe o que mais acho graça de uma nulidade como vc? É que vc confirma abertamente que é um jumento e não sabe nada do que diz. Ora, ora, ora, seu analfabeto funcional graduado, como vc se atreve a discutir assuntos que vc mesmo assume que não conhece?

    Mas o conheço o suficiente para construir as objeções que fiz aqui e caso seja necessário, posso sempre pesquisar mais.

    Conde-Uma hora o analfabeto não conhece e outra hora conhece? Decida, mocinha com TPM.

    As contra objeções do Conde foram tão vazias de conteúdo e tão carregadas de ofensas inúteis, referências fantasmas (“ah, o livro X fala isso, o autor y desmente aquilo”)

    Conde- Quer dizer que a farta bibliografia sobre história medieval é “fantasma”, só pq vc ignora as leituras? Vc tem razão, a leitura é “fantasma”, pq livros na sua casa devem ser fantasmagóricos, simplesmente não existem. Ahuahuahuahuahuahuauhhau!

    e de remendões a si próprio (como dizer que seu vídeo original era sobre estrutura familiar se ele sequer cita o termo) que até agora não senti necessidade nenhuma de me aprofundar no tema.

    Conde- Engraçado como Bruno Au au merda demonstra seu analfabetismo funcional: ele mesmo interpreta fatos, conclusões ou deduções que não falei e refuta o que não foi falado. Das duas uma: ou ele não sabe ler ou interpretar textos ou é mau caráter e desonesto mesmo.

    Enfim, o desafio está feito e eu já falei que o desafio que EU propus é por escrito. Se ele quiser, decline este e proponha um outro por skype. Mera formalidade, mas burocracias assim é que me dão a prova de que quem está enrolando aqui não sou eu.

    Conde- Criar uma conta no skype e falar é mais fácil do que escrever longos textos. Mas vc tem razão: inventa uma burocracia doida, pq é um cagão mijão e está com medo de levar uma surrinha. Não se desespere. Vc já levou várias aqui. E pode ficar à vontade, se não publicar. Eu sei que vc leu.

    Nota do Mensalão: E vc acha que vou deixar de brindar meus leitores com essa pérola?

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    1. Cara, de vez em quando eu bebo e umas mulheres feias ficam gostosas…

      eu pensei que gente insignificante ficaria mais inteligente mas errei.

      Parabéns, vc é mais forte que a cerveja!

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  5. Liga não, o Condetta é um cagão. O Matheuzito (The Anderson Louis) chamou ele pro debate e ele peidou. O que aliás pode ser considerado um milagre, já que sem pregas não dá pra peidar, só assoprar.

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  6. Cara, de vez em quando eu bebo e umas mulheres feias ficam gostosas…

    Conde-Esse é o problema. Vc só fica na punheta e não consegue comer nem as mulheres feias.

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  7. Liga não, o Condetta é um cagão. O Matheuzito (The Anderson Louis) chamou ele pro debate e ele peidou. O que aliás pode ser considerado um milagre, já que sem pregas não dá pra peidar, só assoprar.

    Conde-Debate onde? Quando? Um cara que nem mostra a cara vai debater comigo? Bem que um covarde e estelionatário intelectual serve de inspiração pra vc. Vc é tão ratazana quanto ele. E agora vai levar umas palmadas do logos apologética. E isso é tudo para aparecer, não é mesmo, já que vc não passa de uma mula interiorana, que na sua terra, só serve pra puxar carroça. Auhahahuahuahuauhauhauhhauau!

    O único que parece que soprou mesmo foi vc. Normal. Moleque burro, quando apanha, banca a moçoila da zona. Pare de imitar sua mãe, rapaz!

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    1. Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau!

      Você é muito superior a mim porque mora na capital do Pará e porque não precisa de trabalhar porque a vó banca!! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau! Auhahahuahuahuauhauhauhhauau!

      Aiaiai que humorista você é Conde! Estou que não me aguento aqui.

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