A sexualidade vira-lata dos ateus militantes – Parte 4: Os hormônios que o corpo humano libera durante o acasalamento acompanhado de crises de consciência

Enfim, concluo esta série sobre a lamentável figura do Conde Loppeux de la Vilanueva (um nome que começa em francês e depois vira espanhol… acho que o infeliz nem sabe disso.) Da forma que apresentei aqui, fica mascarada toda a bagunça e desorganização de seu discurso, além de toda sua falta de clareza, mas a verdade é que seu português e sua redação são péssimos, ele tem sérias dificuldades de formular ideias e de defendê-las com consistência. Mas ele não se incomoda muito em ser assim, o que ele quer mesmo é jogar o máximo de frases de efeito e de pregações lugares-comum. No fundo, ele esconde seus argumentos fracos e ilógicos em um discurso desconexo e desordenado, e ler a transcrição deixa isso muito claro. Então para que se esforçar em escrever melhor?

Abro aqui um parênteses também para o título do vídeo: a sexualidade vira-lata dos ateus militantes. Em primeiro lugar, este título falha miseravelmente em construir uma analogia entre o sexo recreativo e o sexo animal. Nós somos animais que nos diferenciamos dos outros por fazermos sexo sem necessidade de ter uma fêmea no cio. Além disso, o fato de uma pessoa ser ateu militante não torna ela diferente em ideologia de vida ou comportamento sexual de qualquer outro ateu ou mesmo de um cristão. Pelo contrário, não raramente vemos cristãos que usam até um crucifixo mas que possuem um comportamento sexual bastante “recreativo” e “frequente”, para ficar só nos eufemismos.

A tese do título é que existe relação de causa entre sexualidade e ateísmo ou entre sexualidade e militância ateísta. Uma ideia pavorosa, que ele sequer deu ao trabalho de tentar justificar. Aliás, não era ele quem estava no início do vídeo defendendo que sexo não é algo mensurável? Mas agora ele quer mais uma vez medir a sexualidade dos ateus. Ele ainda tentou reforçar a ideia no último parágrafo, quando disse que a sexualidade dos ateus é algo triste. Triste é apresentar informações desconexas e falsas em um vídeo cujo intuito final é arrumar desculpas para continuar acreditando em Deus. E eu ingenuamente pensando que eles se orgulhavam de precisar apenas de fé para crer nele.

Triste é ver alguém como ele rotulando os ateus como promíscuos e depois reclamando que a sociedade rotulou o pessoal da Idade Média como criaturas das trevas.

Triste é ver um fracassado na vida, que usa as cadeiras bregas da mesa de jantar da casa da vó dele para fazer vídeos de gosto duvidoso e mal feitos, falando mal da vida sexual dos outros, que nem aquelas beatas do interior que ficam tentando adivinhar quantos orgasmos a vizinha tem por semana.

Triste é bater no peito para se dizer advogado, cristão de respeito, defensor ferrenho da família e pessoa inteligente e olhar para o lado e descobrir que não pertence à parcela mais abastada de sua cidade mesmo estando entre os aproximadamente 6% com curso superior, que é reconhecido antes como um barraqueiro pitizento do que como cristão de respeito, solteirão do tipo quase-caso-perdido e amigo de uma meia dúzia de asnos que poluem o youtube e o facebook e que só eles mesmos apreciam. Aliás, fico pasmo como um paladino da família como o Conde não consegue sequer formar uma para ele… talvez seja prova de que nem ele mesmo leva essa história de família tão sério, pois se levasse já tinha uma.

Já a tese do texto, que é diferente da tese do título, diz que a moralidade cristã é melhor para o homem do que a pagã ou a ateísta, principalmente no que diz respeito à sexualidade. Só que ele falhou em provar que existe um problema com a sexualidade do homem moderno e que a proposta cristã é melhor. O material que dispus aqui pincela por alto alguns pontos que mostram que isso é uma grande inverdade: sexo não é um fenômeno moderno e existem fatores na nossa sociedade – não cristãos! – que contribuem para que as pessoas “trepem menos”.

Fora isso, ele resmungou bastante: do mesmo modo que aquele tio que todo mundo tem e que fica falando que futebol não é mais o mesmo, os políticos não são os mesmos… nós temos o Leonardo para falar que a sexualidade não é a mais a mesma. Uma coisa chata, mas que exprime exatamente a visão de mundo limitada do cristianismo e do povo em geral.

Agora, algumas respostas aos comentários que ele deixou aqui no blog e no blog dele:

Curiosamente, comprei o livro de Pernoud, “As mulheres nos tempos das cruzadas”. Livro maravilhoso, que desfaz todas as mentirinhas bobas de colegial que o Sr. Bruno [Almeida, um antigo pseudônimo meu] repete que nem macaco de circo.

Ao que parece, o Conde acredita que as fontes históricas usadas em cursinhos pré-vestibulares (algo que, diga-se de passagem, nunca precisei fazer) e que estão disponíveis no google estão todas viciadas de anti-cristianismo. Perguntei a ele como escolher fontes não-viciadas e o que ele respondeu? Exatamente isso que você pensou!, enrolou e não respondeu. Será que ele acha que as bibliotecas possuem duas sessões de História: dez corredores logo na entrada compondo a sessão chamada “História Viciada com Ódio Anti-cristão usada por Professores de Cursinho e que é Falsa” e uma pequena fileira escondida lá no fundo chamada “História Não-Viciada com Ódio Anti-Cristão que relata a Idade Média como Realmente Aconteceu e que Ninguém Conhece porque os Ateus Escondem do Mundo”? Fico imaginando esta cena. Ou não, talvez ele ache que estão todos misturados mas que devo adivinhar qual é qual ou ser inspirado pelo Divino Espírito Santo para descobrir, vai saber…

Eu perguntei a ele como posso saber se livros como o do Pernoud fornecem informações mais confiáveis do que as que tenho e ele não respondeu. Como faço, Conde?! Responda!

O Conde prefere dizer que apelo para relativismos, mas em hora nenhuma fiz isso. Pelo contrário, solicitei a ele um critério para avaliação de historiadores e de sua obra para que eu possa ler somente aquilo que seja digno de confiança. Uma requisição objetiva, sem margem para segundas interpretações e que visa separar o certo do errado ao invés de colocar panos quentes relativistas. Quem ler meu post chamado Reflexões sobre um veadinho e sobre máquinas de lavar-roupas irá ver exatamente esse tipo de questionamento e o nível das desculpas esfarrapadas que recebi como resposta.

Quanto À argumentação analfabeta do Sr. Bruno, a respeito dos historiadores, o ônus é de quem acusa? Se ele não conhece nem mesmo os maiores historiadores da Idade Média, como ele pode refutar o que não conhece? Ele mesmo já admitiu sua ignorância vergonhosa aqui!

Quem usa um português de doer os olhos aqui não sou eu, Conde, é você.

Eu perguntei de onde ele tirava as informações sobre a verdadeira história para saber se ele estava se referenciando em alguma obra ou se estava inventando. Ela também era parte de um raciocínio que visava descobrir se essas informações são tão acuradas como ele diz. E outra, não tentei refutar nenhum historiador da Idade Média, mas mostrar como a visão de mundo dele é ingênua e egocêntrica, uma verdadeira Ilusão de Superioridade.

Conde- Só pra sacanear: parir cagando é o que fazem nossos ateus secularistas, ao pregar sexo sem compromissos familiares. Pq muitas crianças estão abandonadas nas ruas? É pq seguem a moral católica de uma formação familiar? Não, pq procuram o prazer sexual a todo custo e quando surge um filho no meio, ou querem abortar ou simplesmente ignoram as crianças.

Nossa, quanta sacanagem! Você não tem noção de relacionamentos humanos não, Conde? Porque te garanto que você não sacaneou ninguém, pelo menos não da forma que você escreveu isso.

Notem que aqui ele praticamente confirma minha crítica que, segundo ele, aponta para uma versão distorcida dos pensamentos dele: ele está dizendo com todas as palavras que a moralidade cristã é melhor que uma moralidade secular, ele afirmou aqui ser um ILUDIDO.

Isso sem contar que ele também insinua que a miséria é causada pelo sexo por prazer.

Conde-Eu nunca afirmei isso. Mas é normal que vc minta e coloque palavras na minha boca. O que eu disse é que a falta de uma estrutura familiar é que gera o abandono de crianças.

Ele afirma que a superpopulação mundial e a miséria são causados pela ausência do sentimento de culpa nas relações sexuais.

Conde- Primeiramente, não existe “superpopulação mundial”. Isso é uma lenda das agendas da ONU, que querem, em nome disso, o controle estatal da natalidade e a legalização do aborto. O mundo comporta bem mais pessoas do que os quase oito bilhões existentes. O que eu afirmei é que a falta de uma estrutura familiar gera o problema da criança abandonada. Se os pais tivessem uma estrutura familiar sólida, as crianças seriam bem educadas.

Não disse? Vejamos o que ele disse no vídeo dele: “Quer dizer que vocês agora, vocês acham que vocês sentem mais prazer sexual, que vocês são mais desinibidos que os cristãos, né? É interessante que eles gostam dizer que eles gostam de trepar sem sentimento de culpa, né?” O próprio Conde afirma que se os ateus alegam ter mais prazer no sexo, isso significa que eles fazem sexo sem responsabilidade. Não estou colocando palavra nenhuma na boca de Conde. (Palavras!! Desconfio que ele esteja acostumado com outros machos pondo coisas na boca dele, mas me abstenho disso.)

E outra, no vídeo que ele fez em momento algum ele cita a palavra “estrutura” e a palavra “família” é citada apenas uma vez e em outro contexto. O Conde agora está reinventando seu próprio vídeo e dizendo que eu ataquei os argumentos errados e inventei coisas que ele não disse. Ora, mas me poupe! Visitem o post A sexualidade vira-lata dos ateus militantes – Parte 1: Transcrição e vejam se é verdade o que ele está alegando aqui. Vejam com os próprios olhos como ele diz algo completamente diferente do que alega ter dito.

Vejam este trecho aqui: “É por essas e por outras que esta sociedade está parindo gente na rua que nem cagado, que nem cagado, que nem jogado no lixo, justamente porque todo mundo trepa sem a menor crise de consciência.” Que outra conclusão posso tirar além daquela que diz que o Conde insinua que problemas sociais como superpopulação e miséria são consequências diretas de sexo sem “crise de consciência”? (Sim, ele não DIZ isso como eu afirme antes, só insinua.) E como ele quer que interpretemos a expressão “parir que nem cagado” se não da forma como interpretei? A reinterpretação dele é muito específica e eu não tinha condição nenhuma de adivinhar isso no vídeo dele.

Aliás, a reinterpretação é diferente da interpretação correta do vídeo. Ali em cima – no segundo quote – ele disse que “parir que nem cagado” é algo que os ateus secularistas fazem, mas isso é o que ele diz HOJE. No trecho da transcrição do último parágrafo, ele diz que a sociedade toda pare que nem cagado porque todo mundo trepa sem crise de consciência. Está lá escrito e podem conferir com o vídeo. Vejam que o que ele falou no vídeo é tão absurdo que ele TENTA MUDAR o que havia dito, como quem diz: “o Bruno acertou as críticas, o que eu falei é tão absurdo que agora vou passar um errorex naquilo e remendar a cagada.”

E mais, eu faço sexo sem “crise de consciência” e sempre uso camisinha. Nunca engravidei nenhuma mulher assim. Milhares de outras pessoas estão na mesma situação que eu. Não existe relação de causalidade nenhuma entre sexo sem “crise de consciência” e mulheres “parindo que nem cagado” uma vez que sexo pode ser feito de forma segura. A “crise de consciência” pode ter sido um mecanismo de certa forma útil há alguns séculos, mas hoje não é mais.

E para terminar… afinal, os ateus querem “parir que nem cagado” ou “impor controle de natalidade”? Cada hora é uma coisa, ele não se decide. Mas não dá para esperar coerência de quem está desesperadamente tentando remendar as bobeiras que disse.

Conde- O problema, basicamente, é o sexo sem responsabilidade, sem meditar as consequências. Mas não me espanto que o Sr. Bruno Almeida nivele os seres humanos a cachorros. Quem sabe ele não tem sido gerado assim pela sua mãe, numa festinha de baile funk?

O Conde me nivelou como cachorro e achou ruim que eu nivelei pessoas como cachorros! Vai entender! E tem mais, pessoas que são geradas em bailes funk são pessoas inferiores, por acaso? Ao que parece, ele acha que favelados (suponho que para ele favelado = funkeiro) são uma classe humana inferior. Este comentário dele foi no mínimo elitista e paro por aqui para não correr o risco de ser acusado de calúnia. Além do mais, eu pergunto ao Conde: ser gerado em bailes funks torna uma pessoa inferior àquela que foi gerada num sexo papai-mamãe convencional e sem graça, com bastante crise de consciência? Será que os hormônios da crise de consciência da mãe e do esperma do pai agem sobre o feto tornando-o um ser humano superior como você?

E outra: nunca nivelei humanos a cachorros, pelo contrário. Eu disse que nós humanos somos capazes de decisões racionais e que isso nos diferencia dos demais, está lá na parte 3.

Agora chega de comentários que ele deixou no blog; vamos para alguns trechos que ele colocou no blog dele. Juro que são poucos e que já está acabando.

Eu quase sempre escrevo rindo. Brabo eu? Por quê? Tenho perfeita consciência de que o Sr. Bruno Almeida é um homenzinho iletrado e grosseiramente estúpido. Como posso ter raiva de uma figura como ele?

Que o Conde tem um sorriso bobo na cara que não sai de lá nem quando as dores anais ficam mais intensas (aliás, pelo jeitinho dele, acredito que é justamente nesse momento que ele mais sorri), disso todo mundo já sabe. Mas corram os comentários dele aqui no blog e vejam como eles traem alguém que ficou desgostado e nervosinho com as críticas que recebeu. Seus inúmeros palavrões sem fundamento estão lá para não me deixar mentir. Ele tenta me ofender, mas é tão pueril nessa arte e tão cego de raiva, que acha que quanto mais palavrões, maior a ofensa.

Aliás, reparem o sorriso cínico que ele faz quando chama aqueles que fazem sexo sem dor na consciência de cachorros. Se os ateus são “orgiasticamente” superiores, então talvez este jovem se ache “castidadedamente” ou “virginalmente” superior aos ateus. Mais uma contradição para a lista.

Lembra daquele primo que você sacaneou quando tinha dez anos e que te xingou de tudo quanto é palavrão enquanto você se divertia? Pois então… xingamentos em excesso são prova de raiva. O Conde está a séculos de dominar a fina arte da ofensa, aquela que só quem realmente despreza seu adversário é capaz de fazer.

O pior de tudo é que o mocinho pode se queimar com a inquisição gay, literalmente.

Ao que parece, o sr. Conde não sabe de onde tirei a imagem que ilustrava meu post. (Lógico, eu não falei hahaha) Eu procurei no google a palavra “veado” em Imagens. A melhor imagem que achei, por coincidência, foi de um blogueiro LGBT que defendia que chamar alguém de veado não era um ato ofensivo aos gays. E não, não frequento aquele blog, isso foi um ato de sorte. Acredite quem quiser. Além do mais, o que que tem a ver o “cu cas calças”? Se eu me queimar com a “inquisição gay” isso é absolutamente problema meu! Ou ele acha que é errado ofender os gays e que não devo fazer mais esse tipo de coisa? Nãaao… ele ficou bravinho mesmo…

Por outro lado, ele está revoltado com a história da cortesania medieval, afirmando que vivo outra ilusão, a de que o amor cortês fosse o mais adequado para lidar com o sexo. Mais uma vez não afirmei isso. Afirmo que o cristianismo e a cortesania influenciaram os nossos hábitos, civilizando a nossa sociedade.

[…]

Todavia, as etiquetas que esse tipo de idealização romântica criou, amenizaram a situação das mulheres e foi um processo civilizador na conduta dos homens. Paradoxalmente, o amor cortês foi inspirado em profundos valores religiosos daquela sociedade, em particular, no culto da Virgem Maria, que cresceu a partir do século XII, embora existisse desde os primórdios da Igreja.

[…]

O idiota deveria saber que a maioria dos casamentos era de arranjos familiares. Ou seja, o casamento em si não era uma aliança romântica, mas pragmática, que significava a segurança da mulher contra as adversidades e a garantia do homem de ter uma prole. A etiqueta amorosa era apenas uma forma de suavizar as relações entre homens e mulheres. E estas condutas surgiram dentro de uma sociedade rude, austera e prática, justamente para civilizá-la, transformando em regras da corte e da vida social, tanto da nobreza, como do povo.

Bem, o que dizer sobre isso tudo? Vamos começar do começo. Quando ele diz que a visão medieval sobre o casamento era pragmática, ele concorda comigo que não era necessariamente moral. Para ser necessariamente moral, tem que ser feito sob a luz de estudos sobre a moral. Quando ele diz que era apenas uma forma de suavizar relações econômicas, ele concorda comigo que não serve como guia para relações amorosas. Quando diz que os casamentos da época eram, antes de uniões românticas, acordos, concorda comigo que a Igreja – que aparentemente não se recusava a celebrar casamentos dessa natureza – não estava lá muito preocupada com valores morais verdadeiros e nem com sentimentos sinceros ligados à instituição familiar.

Em suma, ele concorda comigo que a cortesania não serve como guia de conduta amorosa o sexual. Agora voltemos às transcrições: “Quem foi que criou a norma, nossos códigos de ética amorosa, as nossas etiquetas, né? As… a nossa reverência, principalmente à mulher, né, o cavalheirismo etc. Foram os pagãos? Foram os ateus? Não, meus queridos! Foram os cristãos!, e em particular na Idade das Trevas. Foi a partir da, foi na Idade Média que surgiu os códigos da cavalaria, os códigos do amor cortês e os códigos da… da cortesania, da gentileza, hm? […] Quer dizer que, na verdade, por exemplo, se a gente pegar as trovas medievais, né, o culto do amor à mulher, né, a figura idealizada, inatingível, ou então quando um homem é… dá uma flor para uma mulher, ou agrada, né, de maneira delicada, de maneira sofisticada… foram aqueles homenzinhos medievais que se chamam, que são rotulados, né, de elementos das trevas que criaram toda uma espécie de ritualidade, de cortesania amorosa.”

Responda-me, leitor, faz sentido o Conde alegar que ataquei algo diferente do que ele disse? Está muito claro no vídeo que para ele a cortesania era uma ferramenta a serviço do romantismo. Sabe-se lá porque, agora virou uma ferramenta pragmática que humanizava casamentos arranjados por interesse financeiro. Minha tese é que depois de ler tanto os historiadores cristãos comprometidos com sua religião, ele tenha encontrado essa desculpa como forma de racionalizar o errado e de disfarçar a realidade.

Fora isso, ora ele fala que a cortesania ditava relações românticas, ora diz que não. Fica nesse jogo duplo achando que está me dando uma lavada. Chega a ser decepcionante. Depois afirma que a cortesania não é a melhor forma de tratar a sexualidade, mas que é a inspiração para a maneira moderna. Ora, mas ele não estava usando a cortesania justamente como contraponto à forma moderna? Cada hora ele fala uma coisa, o que dita a próxima frase dele é sempre a conveniência.

O Sr. Bruno Almeida não sabe a diferença entre um cachorro e um homem. Como ele mesmo diz, ambos estão no mesmo nível sexual, já que ambos se reproduzem dessa forma.

Ora, mas não fui eu quem disse que a diferença é que mulheres não ficam prenhas? Porra, o retardado não leu tudo que escrevi não? Te conta viu, é pra cair o cu da bunda…

Chega, já falei demais. Confio que o leitor poderá entender melhor como lidar com tipinhos como o Conde, mesmo sem uma análise [ainda mais] exaustiva.

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11 opiniões sobre “A sexualidade vira-lata dos ateus militantes – Parte 4: Os hormônios que o corpo humano libera durante o acasalamento acompanhado de crises de consciência”

    1. Genial seu método de resposta, Conde! Genial! Vou até ajudá-lo a divulgar para que mais pessoas possam responder seus desafetos com inteligência e classe.

      [Cite o primeiro parágrafo do desafeto]

      Eu me pergunto se o Sr. [nome do desafeto] entendeu a milésima parte do que escrevi. Ao que parece, não. Na verdade, [nome do desafeto], além de se locupletar com julgamentos pessoais inócuos, parece ter um problema sério de interpretação de texto. Ele interpreta o que não foi escrito ou falado, conjecturando interpretações da sua própria cabeça, projetando para o texto que lê.

      [Cite o segundo parágrafo do desafeto]

      Até o dado momento, [nome do desafeto] enrola, esperneia, quer aparecer a todo custo, inclusive, às custas do meu blog, e não diz coisa com coisa.

      [Cite o terceiro parágrafo do desafeto]

      Será que o idiota está afirmando que não tem capacidade de discernimento sobre as fontes que usa? A resposta é sim. Nem preciso desmoralizar o [nome do desafeto]. Ele é fonte de riso para quem o lê.

      [Cite o quarto parágrafo do desafeto]

      Curioso exemplo de estupidez: o Sr. [nome do desafeto] “insinua” coisas que eu não disse. Em nenhum momento falei de [o que meu desafeto disse que eu falei]. Essas são as idéias do próprio [nome do desafeto]. Falei da [alguma coisa que sequer mencionei no vídeo original, mas mesmo assim acreditem que falei em pensamento].

      [Cite o quinto parágrafo do desafeto]

      A frase é de uma esquizofrenia lógica e falácia histórica. Eu não disse que [o que meu desafeto disse que eu falei]. Eu falei [o que meu desafeto disse que eu falei mas com outras palavras]. [Pergunta retórica reafirmando o que meu desafeto disse que eu falei mas com outras palavras]?

      [Cite o sexto parágrafo do desafeto]

      Confesso que fiquei perplexo com esse trecho. Ao que parece, [nome do desafeto] confunde [duas coisas que na minha cosmovisão são a mesma coisa]. Uma coisa, substancialmente, nada tem a ver com outra. Ademais, [confirme que seu desafeto está correto, mas falando como se ele estivesse errado]. [Confirme a tese dele fazendo parecer que você está correto e ele está errado]. Seria cansativo explicar a um idiota tão presunçoso como [nome do desafeto] como as instituições medievais se desenvolviam. Entretanto, não vou dar aulas de graça. Ele mesmo não merece.

      Como um idiota hermético que é, vai ficar preso na sua ignorância, com orgulho de superioridade. Deixa quieto. Já enchi o saco dos leitores com uma criatura tão insignificante, mas que, por razões educativas, serve de exemplo para o que denuncio.

      Viram? Qualquer um pode responder qualquer coisa com esse método! Não precisa nem saber o que está falando! Incrível, o Conde é um gênio!

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  1. Bruno Almeida é burro mesmo. Ele não sabe que o método de destrinchar o texto, parte por parte, tem mais eficácia em destruir o argumento do que simplesmente escolher a parte que convém, como é típico do sr. bloqueiro mensaleiro delinquente intelectual. Mas é normal que quando alguém é desmascarado, apele ao sentido da zombaria, choramingando o leite derramado e fingindo vitória antes de qualquer argumento factível. Bruno Almeida é desonesto e faz papel de burro. Fazer o que? As duas coisas se coincidem, quando percebemos que a nulidade realmente não tem o menor domínio dos assuntos que diz.

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    1. Eu já falei mil vezes que não bloqueei suas mensagens e sim que elas estão na caixa de moderação para evitar flood e palavrões excessivos. Você se diz bloqueado porque é burro ou porque é desonesto, Conde? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      (Isso soou idiota? Ah, Conde, estou só te remedando…)

      Detalhe: TODOS os comentários do blog dele são moderados. E ele ainda reclama quando os dele são moderados!! Ora, mas é muita paspalhice pro meu gosto!

      E um conselho, na madrugada de quarta para quinta, entre aqui para ver uma suspresa!

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  2. Viram? Qualquer um pode responder qualquer coisa com esse método! Não precisa nem saber o que está falando! Incrível, o Conde é um gênio!

    Conde-Curioso, vc não é capaz de fazer com método nenhum. É cansativo massacrar vc, pq é muito fácil bater. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      kkkkkkkkkkkkk
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      kkkk
      k
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      kkkkkkkk

      kkkkk
      kkk
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Aiaiai é muito fácil me massacrar mesmo. Depois o idiota que canta vitória antes da hora sou eu kkkkkkkk

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  3. Eu já falei mil vezes que não bloqueei suas mensagens e sim que elas estão na caixa de moderação para evitar flood e palavrões excessivos. Você se diz bloqueado porque é burro ou porque é desonesto, Conde? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Conde-Nenhuma coisa, nem outra. Vc colocou moderação, a partir das minhas respostas. E naturalmente fez isso menos por causa de floods do que pelas minhas respostas que vc é incapaz de responder. Ademais, vc é tão covarde que até fugiu da proposta de um debate. Vc sabe que é intelectualmente fraco. Não consegue admitir isso, pq não quer perder a pose. Mas já perdeu, coitado.

    (Isso soou idiota? Ah, Conde, estou só te remedando…)

    Conde- Ainda não percebeu que é idiota? Preciso desenhar pra vc?

    Detalhe: TODOS os comentários do blog dele são moderados. E ele ainda reclama quando os dele são moderados!! Ora, mas é muita paspalhice pro meu gosto!

    Conde- Lá ocorria mesmo spam. Moleques como vc, contrariados e raivosos, colocavam 10 ou 20 spams ao mesmo tempo. Eu não estou fazendo isso aqui. Estou respondendo, detalhe por detalhe, cada besteira que vc fala. Mas vc fica putinho só pq divido seu texto em detalhe, para rebatê-lo? Não entendo a raiva.

    E um conselho, na madrugada de quarta para quinta, entre aqui para ver uma suspresa!

    Conde- Não fique nervoso, rapaz. É SURPRESA. …

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  4. Aiaiai é muito fácil me massacrar mesmo. Depois o idiota que canta vitória antes da hora sou eu kkkkkkkk

    Conde- Estou comovido com sua sinceridade. Está começando a reconhecer que é idiota? Meus parabéns. Depois comece a ler Regine Pernoud e Jacques le Goff. aihahuauhauauhauhuhauhauhaa!

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