A sexualidade vira-lata dos ateus militantes – Parte 3: A Metáfora FAIL

Anteriormente, mostrei que o Conde estava se preparando para defender a tese dupla de que ateus fingem que gostam mais de sexo e de que eles gostam mais de sexo porque… são ateus, oras, é esse o tipo de coisa que essa gente faz. Ele abandonou a ideia para falar da “magnífica” cortesania da Idade Média e depois ensaiou um retorno ao assunto quando citou Nelson Rodrigues. Contudo, no [P8] ele muda de assunto bruscamente de novo para apresentar o caso da garota de treze anos que já fazia sexo oral em homens. Esse caso tem uma dupla finalidade: a primeira é abrir espaço para um resmungo que virá à tona mais à frente e que, surpreendentemente, demorou muito a aparecer aqui: o de que existe cada vez mais sexo no mundo.

Mas ele também quis defender a ideia equivocada de que educação sexual é algum tipo de kama-sutra. Para ele, educação sexual é ensinar as pessoas a fazer sexo, enquanto que na verdade este ensino tem (deveria ter) como objetivo desenvolver nas pessoas a consciência de que a prática do sexo envolve auto-conhecimento, amadurecimento, responsabilidade e comedimento. O que a educação sexual pretende ensinar também não é exatamente o que ele gostaria que acontecesse, ao contrário do que alguns podem pensar. Ele queria que a educação sexual se restringisse a dizer que sexo é somente uma consequência de um amor puro e verdadeiro, nada mais.

Sim, em um mundo real nada é como no mundo ideal. Seria muito bom se educação sexual fosse aquilo que citei mas a prática mostra algo bem diferente… Pondé já falou sobre isso no seu artigo “Terrorismo sexual”: as limitações psicológicas dos professores impedem que as aulas tenham algum proveito mais efetivo. Mas definitivamente, é melhor do que deixar um monte de fracassado ensinar que sexo deve ser evitado a todo custo e que deve carregar consigo uma dor de consciência necessária.

Para mostrar que o Conde não possui respaldo nenhum naquilo que diz, vou citar uma pesquisa da USP sobre o que as pessoas acham que mais influenciam no desempenho sexual. Vocês irão notar que, para as mulheres, o mais importante é o sentimento de afeto. A atração física, por sinal, só não é menos importante do que tempo disponível e tranquilidade (parece que elas gostam de aventuras para apimentar rs). É um excelente indício de que existe sim uma componente afetiva no sexo muito importante, ao contrário do que Leonardo Bruno teatralmente prega.

O nono parágrafo foi um show de bizarrices. Ele começa reafirmando que existe cada vez mais sexo no mundo. O engraçado é que ele afirma poder quantificar o sexo no mundo. Lembram-se lá do início, quando ele disse que sexo não é mensurável? Pois bem, agora ELE é quem está medindo. Pesquisadores sérios não podem fazer isso, mas ELE (Leonardo) pode. Aqui, ele foi incoerente e hipócrita. É bem verdade que a liberdade sexual aumentou, mas isso quer dizer que as pessoas estão praticando sexo de maneira mais livre e espontânea.

Vejam o artigo Estudo compara a importância e a frequência do sexo nos casamentos de hoje e do passado. O autor diz que as maiores diferenças entre antigamente e hoje é que os fatores mais importantes na escolha de um cônjuge deixaram de ser financeiros e passaram a ser mais emocionais e sexuais. Também diz que a rotina moderna estressante e o excesso de lazeres virtuais (internet, jogos etc.) são fatores que diminuem a frequência sexual das pessoas, ao passo que a medicina moderna melhora a saúde e tende a aumentar a frequência.

Aliás, muito se tem discutido os efeitos que a vida moderna têm feito sobre a DIMINUIÇÃO da frequência sexual das pessoas, a saber: estresse, computadores, jogos, viagens, bebidas e drogas. Então, não é verdade que o sexo está se tornando cada vez mais frequente e o resmungão dele cai por terra. Ele bem que poderia usar seu tempo para pesquisar melhor as informações que passa ao invés de usá-lo para criar neologismos toscos como “orgiasticamente”.

No décimo parágrafo, ele consegue piorar o nono, apesar disso parecer uma tarefa impossível. Primeiro, ele vem defender que a pesquisa é obra de gente babaca. Aparentemente, ele não se contentou em dizer que a pesquisa estava errada porque não se mede prazer e resolveu atacar a honra de seus autores e publicadores também. Ele deveria ter vergonha de usar um expediente tão baixo e batido como esse. Além disso, quando se leva em consideração o trecho “… cada vez mais uma sociedade que trepa adoida.. doidamente, ou pelo menos diz trepar …” do P9, percebe-se que ele defende que tal pesquisa não pode ser levada a sério porque os ateus fingem que sentem mais prazer para afrontar os religiosos.

Além de usar essa ideia como forma de difamar os ateus, ele também usa como “argumento” contra a confiabilidade da pesquisa. E notem que ele gasta mais retórica atacando a pesquisa em si do que a ideia de que o cristianismo é uma boa fonte de moralidade… a impressão que dá é que ele está mais preocupado em defender que sente prazer tanto quanto um ateu do que defender o ponto de vista cristão sobre a moralidade. Isso sim é agir como vira-lata, no ponto de vista de Nelson Rodrigues.

A palhaçada fica geral quando ele finalmente resolve defender mesmo a moral cristã. No fatídico [P10], continuando em [P11], ele começa “pra valer” seu show de falácias e sandices para defender a moral cristã. Ele diz que sexo por prazer é coisa de vira-latas, de cachorros. Ele diz que sexo deve ser acompanhado por sentimento de culpa, que tal sentimento depois do sexo difere homens de animais e que pessoas sem sentimento de culpa são menos evoluídas do que as que possuem.

Nada disso chega a ser um argumento porque é meramente uma visão de mundo dele. Alguns vão dizer que é arcaica e outros vão dizer que é santa. Mas não é interessa o que é; o que interessa é a capacidade do autor de defender isso, algo que ele não tem. Mas mesmo assim, vou refutar essa ideia. Cadelas entram periodicamente no cio e é quase somente nesta época que elas permitem o coito. Os cães são capazes de detectar quando a cadela está no cio e se excitam com isso. A verdade é que cães fazem sexo preferencialmente quando a cadela está no cio, o que quer dizer que eles fazem sexo para fins preferencialmente reprodutivos. Metáfora FAIL.

Sai pra lá, que eu não tô no cio ainda, seu mané!

Então, fazer sexo que nem cachorros é fazer sexo para procriação. O grande argumento dele, que inclusive dá nome ao vídeo, é simplesmente uma analogia errada! Se ele quer criticar o sexo por prazer, um dos piores exemplos que ele poderia dar são os cães! Além disso, ele fala como se humanos não fossem animais. Então será que eles são plantas? Ou será que são vírus, bactérias ou fungos? Não, meus caros. São animais! Brincadeiras a parte, a mulher é um animal da raça humana do sexo feminino. A diferença é que elas não entram no cio, enquanto que suas ancestrais entravam (ainda entram). Isso aconteceu porque o sexo se tornou um instrumento de interação social na espécie humana, algo importante dentro das primeiras tribos, logo a ideia de que o comportamento sexual recreativo é coisa de animais e que é algo “involutivo” é completamente furada.

Aliás, se deixássemos de fazer as coisas que os animais fazem só para nos diferenciarmos deles, não deveríamos mais comer carne, nem plantas. Não usaríamos nossa visão, nem respiraríamos por nossos pulmões. Também não emitiríamos som algum. Seríamos meras máquinas de carne que usam apenas seu cérebro, a única coisa que têm de diferente do resto dos animais.

Agora, vou falar sobre o sentimento de culpa. Esse sentimento só deve vir acompanhado de atitudes que causem mal a outra pessoas. Por exemplo: se eu mato uma barata, eu não preciso me sentir culpado. Mas se eu mato o gatinho de estimação da minha mãe, eu devo sentir remorso no mínimo por ter causado um mal a uma pessoa que amava ele. Ao contrário, sexo por prazer não causa mal a nenhum terceiro. Na verdade, ele causa prazer (algo bom) àqueles que o praticam. É diferente do estupro, que causa prazer em um em detrimento do sofrimento de outro, sendo por esse motivo uma prática condenável.

O Conde então prossegue afirmando sandices mais escabrosas ainda. Ele afirma que a superpopulação mundial e a miséria são causados pela ausência do sentimento de culpa nas relações sexuais. É evidente que isso é um absurdo. Em primeiro lugar, a população tem menos filhos hoje do que a 100 anos atrás. Basta ver as médias de filho por mulher nas últimas décadas, que caiu de mais de 5 para menos de 2. E pior, a um século atrás, ter muitos filhos era uma coisa considerada boa pela Igreja Católica, sendo amplamente incentivada. Sim, meus caros, eram os padres, aqueles homenzinhos sábios e bondosos que diziam que o certo é ficar “parindo gente na rua que nem cagado”, parafraseando nosso querido Conde. Com os métodos contraceptivos e a educação sexual, coisas que esses ateus humanistas ficam espalhando por aí que nem pragas, o sexo sem fins reprodutivos não é mais causa de aumento da natalidade. Isso sem contar que ele também insinua que a miséria é causada pelo sexo por prazer.

Óbvio que o problema é esse, não tem nada a ver com os governos corruptos e o sistema de educação deficitário ou inexistente de muitos lugares.

Continua…

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18 opiniões sobre “A sexualidade vira-lata dos ateus militantes – Parte 3: A Metáfora FAIL”

  1. Bruno,

    1. “Orgiasticamente” não é um neologismo;
    2. Mulheres “entram no cio” sim, só que a gente não chama de cio, a gente chama eufemisticamente de “período fértil”;
    3. As ancestrais das mulheres ainda entram no cio? Mas as ancestrais estão extintas! Acho que você quis dizer que as fêmeas das espécies mais geneticamente similares à humana (chimpanzés e bonobos) ainda entram no cio;
    4. Com uma pesquisa rápida no Google você encontra diversos exemplos de espécies que praticam sexo recreativo, sobretudo em espécies em que também se observam relações entre indivíduos do mesmo sexoi;
    5. Quanto à relação entre sexo, prazer e sentimento de culpa, existe o curioso caso do escritor Graham Greene, que usou como tempero afrodisíaco o senso de pecado adquirido depois de se converter ao catolocismo. Alguma dose puritanismo pode prover a excitação que o mero prazer vulgarizado já não mais oferece.

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    1. 1. Nunca encontrei a palavra orgiasticamente em dicionário algum e mesmo em buscas pela internet, é raro encontrá-la. Como duvido que ele tenha visto em algum lugar, pressuponho que ele inventou, e quem me conhece sabe que sou assim e pronto. (enra)
      2. Período fértil é bem diferente de cio. O cio não é só o período fértil das fêmeas, é o período em que elas se prontificam a acasalar. O período fértil humano é mais simples, pois a vontade de “acasalar” sempre existe, então não acho que seja exatamente um eufemismo.
      3. Sim, sim. Para falar a verdade, eu jurava que tinha retirado aquele trecho entre parênteses porque realmente ficou estranho.
      4. São exatamente esses tipos de exceções que confirmam a regra. Eu não me preocupei muito em deixar essa questão clara porque não precisa. Se o Conde, por exemplo, vier me dizer isso, ele cava sua sepultura ainda mais fundo. Porque aí ele não poderia ignorar as explicações científicas para o sexo recreativo entre animais que passam justamente nessa questão de vida em sociedade. Por exemplo, em algumas espécies o sexo homossexual serve para estabelecer hierarquias. Em outras, reforça laços de amizade e deixa o bando mais unido. O Conde precisaria reconhecer no sexo uma visão utilitarista que seria completamente incompatível com sua visão extreme-puritana do sexo. Para ele, é melhor dizer que animais não são racionais e não possuem alma e tirá-los de fora da jogada para não se complicar. E eu sei que ele vai fazer isso, então não vou entrar em detalhes.
      Além disso, deixei bem claro que cães fazem sexo preferencialmente para se reproduzir. Um, eu coloquei a palavra ‘preferencialmente’ duas vezes na mesma frase de propósito e dois, eu não abri isso a todas as espécies. O leitor familiarizado com biologia evolutiva pode continuar o raciocínio por conta própria.
      De qualquer forma, a ideia que eu queria combater é que sexo demais ou por prazer é coisa “involutiva” e coisa de animais. Considerando que originalmente o sexo era algo meramente reprodutivo e que os animais só passaram a usá-lo de forma recreativa recentemente (nossa espécie de maneira mais acentuada que o restante), então nota-se facilmente que, tecnicamente falando, o que ocorre é o oposto. Levar essa questão a fundo não muda isso.
      5. Ah, como se o Conde fosse apoiar o uso do puritanismo como ferramenta de aumentar o prazer. De todo o caso, o que eu disse é que do ponto de vista secular da moral, o prazer sexual (consentido, antes que algum humanista reclame) não precisa vir acompanhado de nenhuma forma de remorso ou puritanismo ou blablabla Não existe moralidade no sentimento de culpa pelo sexo, e isso não existe visão utilitarista que mude.
      Sim, o que é proibido é mais gostoso, não é como dizem? Concordo plenamente.
      Mas usar isso contra mim aqui requer uma distinção entre proibido e imoral, e é suicídio brigar comigo dentro desse campo.

      By the way, tem feito bons usos daquele site que te passei pelo facebook?

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    2. 1. Geralmente os dicionários não listam advérbios terminados em “-mente”, mas orgiástico com certeza você encontra;
      2. E não é que é verdade? Até hoje eu juraria que fêmeas humanas também entravam no cio. O verbete da wikipédia sobre “cio” inclusive excetua outras espécies além da humana;
      3. Com certeza não era o prazer associado à culpa que o Conde tinha em mente; meu ponto aqui era mais chamar a atenção para a simploriedade do próprio Conde ao deplorar aquela gabolice.
      Ainda não tive tempo de conferir aquele site, mas não tenha dúvidas de que usarei e abusarei do material lá disponível!

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    1. Cagaaaando de medo de colocar um link pro meu blog né? Covardia aí é mato!

      Tá com medo dos seus leitores lerem meu texto completo e notarem que EU é quem tenho razão?

      Não vou mais te chamar de veado. O mais gay dos homossexuais desse mundo ainda é mais macho do que você, com essa covardia toda. Não quero difamar os gays te dando a alcunha de veado.

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  2. Medo de vc? Eu? Se vc quiser ter coragem, vc me desafiaria para um debate público, ao vivo, sobre os assuntos que discutimos? Claro que vc não vai fazer. Pq o único covarde aqui é v.sa.

    Aliás, se eu já destruí o Daniel Fraga, o Yuri Grecco, pq não destruiria vc?

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    1. Você está me desafiando a te desafiar??

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      calma aí, deixa eu pegar mais um fôlego

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      Cara, você é uma piada completa!

      Mas que assim seja, você quer debater comigo? Proponho com o tema: “A moralidade cristã da Idade Média é melhor do que a noção contemporânea de moralidade?” a ser realizada em um site próprio para debates com regras fixadas e limites de tempo e de palavras.

      Proibido palavrões e ofensas (para não desviarmos do foco) e proibido deixar de responder perguntas feitas diretamente pelo adversário (limitamos a quantidade de perguntas para 3 por post e 5 a cada dois posts porque fazer a pergunta é bem mais rápido do que respondê-las.)

      Você posta links no seu blog divulgando o assunto e se compromete a não apagar a divulgação sob a pena de ser punido com a declaração de perdedor.

      O que acha?

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  3. Acho melhor: vamos debater sobre a Idade Média. O que é a Idade Média? Quais as instituições e regras políticas institucionais e morais do mundo medieval? E qual o legado da Idade Média para o mundo? Não se pode discutir Idade Média sem entendê-la. Como no seu caso, vc não tem o menor conteúdo intelectual sobre o assunto, vamos debater sobre as mentirinhas expostas sobre o tema. E vamos ao debate, ao vivo. Assim, fica mais difícil a pessoa blefar publicamente. Vamos ver se o covarde topa?!

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  4. O Bruno Almeida é um covarde. Ele acha mesmo que vou deixar ele escrever, quando podemos debater, mano a mano, para testar realmente a coragem dos debatedores? Obviamente que não. Escolha data e hora, que vamos gravar o debate e publicar no youtube.

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    1. Em primeiro lugar, existem algumas centenas de quilômetros nos separando neste exato momento. Eu moro no triângulo Mineiro e você mora no Pará. Foi exatamente por esse motivo que propus um debate por escrito e não um debate presencial. Se você quer fantasiar a realidade, problema seu.

      Eu não vou pagar uma passagem aérea para eu ir aí, sendo que você é quem está querendo tanto e sendo que você é quem faz questão de fazer o debate presencialmente. Contudo, imagino que você não irá então se opôr à ideia de pagar uma passagem aérea para mim, ida-e-volta, com hospedagem inclusa. Assim posso conhecer melhor sua cidade também e quem sabe divulgar seu potencial turístico. Acredito que seus irmãos na Igreja ficarão tão excitados com a ideia de um debate presencial que ajudarão a custear minha viagem.

      A minha proposta de debate é não presencial porque nós dois temos condições de debater assim. Se você deseja um debate presencial, que arrume você uma forma de viabilizá-lo, isso não é problema meu.

      Por fim, peço encarecidamente que tenha um pouco de moderação ao publicar neste blog. Os comentários aqui são livres porque encorajo meus leitores a agirem de forma responsável. De que vale você não postar 6 comentários seguidos na minha caixa, se você só o não faz porque os comentários são moderados? A verdadeira responsabilidade nasce de escolhas livres, e você escolheu agir de forma infantil. Este espaço que disponibilizo aqui não é a casa da mãe joana, então procure escrever no máximo dois posts seguidos e não fique praticando flood aqui.

      Primeiro e último aviso. Na próximo, ponho você na lista de spam para poder moderar seus comentários.

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  5. E pior, a um século atrás, ter muitos filhos era uma coisa considerada boa pela Igreja Católica, sendo amplamente incentivada. Sim, meus caros, eram os padres, aqueles homenzinhos sábios e bondosos que diziam que o certo é ficar “parindo gente na rua que nem cagado”, parafraseando nosso querido Conde.

    Conde- Só pra sacanear: parir cagando é o que fazem nossos ateus secularistas, ao pregar sexo sem compromissos familiares. Pq muitas crianças estão abandonadas nas ruas? É pq seguem a moral católica de uma formação familiar? Não, pq procuram o prazer sexual a todo custo e quando surge um filho no meio, ou querem abortar ou simplesmente ignoram as crianças.

    Com os métodos contraceptivos e a educação sexual, coisas que esses ateus humanistas ficam espalhando por aí que nem pragas,

    Conde-Os métodos contraceptivos estão fazendo extinguir a Europa e vão causar problemas em países como o Brasil. Como a reprodução está definhando, como sustentaremos os velhos ou quem substituirá a nós? Realmente, os ateus e secularistas só pregam destruição, sob o disfarce da modernidade. Sem contar que a tal “educação sexual” nada mais é do que a interferência do Estado na vida privada dos indivíduos e famílias. É pura engenharia social. Ou será que vamos ver o Bruno Almeida aprendendo a dar o cu, diante do kit-gay?

    o sexo sem fins reprodutivos não é mais causa de aumento da natalidade.

    Conde- O problema, basicamente, é o sexo sem responsabilidade, sem meditar as consequências. Mas não me espanto que o Sr. Bruno Almeida nivele os seres humanos a cachorros. Quem sabe ele não tem sido gerado assim pela sua mãe, numa festinha de baile funk?

    Isso sem contar que ele também insinua que a miséria é causada pelo sexo por prazer.

    Conde-Eu nunca afirmei isso. Mas é normal que vc minta e coloque palavras na minha boca. O que eu disse é que a falta de uma estrutura familiar é que gera o abandono de crianças.

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  6. Ele afirma que a superpopulação mundial e a miséria são causados pela ausência do sentimento de culpa nas relações sexuais.

    Conde- Primeiramente, não existe “superpopulação mundial”. Isso é uma lenda das agendas da ONU, que querem, em nome disso, o controle estatal da natalidade e a legalização do aborto. O mundo comporta bem mais pessoas do que os quase oito bilhões existentes. O que eu afirmei é que a falta de uma estrutura familiar gera o problema da criança abandonada. Se os pais tivessem uma estrutura familiar sólida, as crianças seriam bem educadas.

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  7. Então, fazer sexo que nem cachorros é fazer sexo para procriação. O grande argumento dele, que inclusive dá nome ao vídeo, é simplesmente uma analogia errada!

    Conde- Se vc acha que trepar no meio da rua é o mesmo que trepar na cama ou num quarto, fique À vontade. Talvez sua mãe tenha feito vc em algum beco de baile funk, para trepar com uma cadela. E se vc não sabe a diferença entre os cachorros, que agem por instinto, e os seres humanos, que usam a razão e as regras de conduta para se relacionarem, o máximo que podemos extrair de sua cabecinha oca é que vc não tem cérebro e está andando de quatro. Cuidado pra não comer capim.

    Se ele quer criticar o sexo por prazer, um dos piores exemplos que ele poderia dar são os cães! Além disso, ele fala como se humanos não fossem animais. Então será que eles são plantas?

    Conde-Eu não critiquei o sexo por prazer. Eu critiquei a falta de responsabilidade e dever no sexo. E a exaltação do sexo como mero instinto e não de responsabilidade e compromisso com o outro. Mas como vc não sabe diferenciar o ser humano dos animais, é perfeitamente compreensível o pq dos machos do baile funk tratarem as mulheres como cadelas. O seu pensamento se alinha perfeitamente com os deles.

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  8. Em primeiro lugar, existem algumas centenas de quilômetros nos separando neste exato momento. Eu moro no triângulo Mineiro e você mora no Pará. Foi exatamente por esse motivo que propus um debate por escrito e não um debate presencial. Se você quer fantasiar a realidade, problema seu.

    Conde- O pulha covarde não conhece algo como skype? Daniel Fraga debateu comigo de São Paulo e Yuri Grecco do Canadá. Está pedindo pra cagar e sair pq? Está com medinho de levar uma surra? Vc pode ser até burro, mas não chega a ser louco não. . .

    Eu não vou pagar uma passagem aérea para eu ir aí, sendo que você é quem está querendo tanto e sendo que você é quem faz questão de fazer o debate presencialmente. Contudo, imagino que você não irá então se opôr à ideia de pagar uma passagem aérea para mim, ida-e-volta, com hospedagem inclusa. Assim posso conhecer melhor sua cidade também e quem sabe divulgar seu potencial turístico. Acredito que seus irmãos na Igreja ficarão tão excitados com a ideia de um debate presencial que ajudarão a custear minha viagem.

    Conde- AO que parece, o covardezinho inventou uma desculpinha tola: a de proximidade física. Quem falou em proximidade? Falei em gravarmos um debate, via internet, seja pelo skype ou langout. O Sr. Bruno Almeida não desconhece essa tecnologia. Só está se fazendo de besta, pq é um cagão mesmo. Não sabe nada de história e fica dando palpites embasados em orelhadas que lê no google.

    A minha proposta de debate é não presencial porque nós dois temos condições de debater assim. Se você deseja um debate presencial, que arrume você uma forma de viabilizá-lo, isso não é problema meu.

    Por fim, peço encarecidamente que tenha um pouco de moderação ao publicar neste blog. Os comentários aqui são livres porque encorajo meus leitores a agirem de forma responsável. De que vale você não postar 6 comentários seguidos na minha caixa, se você só o não faz porque os comentários são moderados?

    Conde-Eu estou sendo moderado. Todavia, não posso negar os fatos: vc está bancando um farsante chorão.

    A verdadeira responsabilidade nasce de escolhas livres, e você escolheu agir de forma infantil.

    Conde- Claro que é “infantil”, pq vc está sendo surrado com facilidade. Aí só resta fingir uma educação que não possui, para escamotear a boçalidade intelectual e a indigência de pensamento. Não adianta. Vc pode ser educado, formal, até “cortês”, mas isto não vai mudar sua sina de idiota.

    Este espaço que disponibilizo aqui não é a casa da mãe joana, então procure escrever no máximo dois posts seguidos e não fique praticando flood aqui.

    Conde-Vou esperar o covardão acatar o debate público, via skype. Sua desculpa é simplesmente sofística e covarde.

    Primeiro e último aviso. Na próximo, ponho você na lista de spam para poder moderar seus comentários.

    Conde-Claro que vc quer a censura. E pq? Pq está foda me refutar. Vc refuta o que eu não disse e inventa um verdadeiro espantalho sobre minha pessoa. Não tem problema. Pode fugir, seu rato. Eu sei que vc não é homem para tanto. Precisa de um rebanho para se auto-afirmar, pq não tem cabedal para discutir intelectualmente. Minha proposta está de pé. A sua recusa será interpretada como covardia.

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    1. Não, meu caro, você em momento algum mencionou fazer o debate pelo Skype. EM MOMENTO ALGUM. Hoje foi a primeira vez que você citou essa palavra. Você disse que queria fazer mano a mano e entendi daí que queria debater pessoalmente. É tão desonesto interpretar dessa forma, seu maluco?

      Não me oponho a um debate via Skype. Mas já que a proposta é sua, você que organize os procedimentos e a logística. Até porque, aparentemente, você já está mais do que acostumado com tais procedimentos, não imagino que terá dificuldades.

      E outra, eu não te censurei, eu apenas pedi para você parar de floodar e usar esse espaço com mais responsabilidade (o que inclui não dizer palavrões). A partir de agora, você será moderado aqui, da mesma forma que TODOS os leitores do seu blog são quando postam no seu blog. Vou aplicar a você a mesma regra que você aplica a todos os seus leitores: só tem comentários publicados depois que aprovados por mim.

      Era exatamente isso que eu disse que faria e exatamente isso que estou fazendo.

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  9. O mais divertido de tudo é que ele se nega ao debate fingindo que não entendeu a proposta, quando o trecho que ele cita está claro em afirmar que o debate será gravado via skype ou langout. O rapazinho é um cagão mesmo! Está fugindo!

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  10. Não, meu caro, você em momento algum mencionou fazer o debate pelo Skype. EM MOMENTO ALGUM. Hoje foi a primeira vez que você citou essa palavra. Você disse que queria fazer mano a mano e entendi daí que queria debater pessoalmente. É tão desonesto interpretar dessa forma, seu maluco?

    Conde-Isso é tudo para justificar sua covardia moral? Bem, eu falei que deveríamos gravar um debate. Logo, era presumível que sendo um debate, gravado, seria virtual. Vc pode fingir que é burro, mas é apenas fujão. Não se desespere. Se não quiser debater, sem problemas. Eu sei que vc não tem conteúdo intelectual para tanto. Não preciso afirmar quem é o verdadeiro desonesto aqui. Tu mesmo se revelas, pigmeu intelectual.

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